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Sexta-feira

28 de Fevereiro de 2020

Crítica: Regras para 'Zumbilândia: Atire Duas Vezes'

Seguindo a cartilha de Columbus, personagem de Jesse Eisenberg, conseguimos enxergar cinco pontos para o sucesso da continuação

Os fãs de Zumbilândia sabem que para sobreviver ao apocalipse zumbi é preciso seguir algumas regras de Columbus (Jesse Eisenberg), uma das figuras centrais da trama.

Agora, dez anos depois do primeiro filme, o diretor da franquia Ruben Fleischer e os roteiristas Rhett Reese e Paul Wernick parecem ter seguido algumas regras para entregar um filme tão divertido quanto o primeiro. 'Zumbilândia: Atire Duas Vezes' não traz nenhuma novidade, mas agrada com repeteco. Vamos ao manual de regras.

1.Cardio

Algumas cenas são de tirar o fôlego. O que dizer da disputa pela morte de zumbi do ano? A tradicional competição está de volta. Tallahassee (Woody Harrelson) até tem um concorrente de peso.

Em um dos momentos mais divertidos, um matador atrai um grupo de três zumbis para atacar uma família de turistas (manequins) na frente da Torre de Pisa. Os monstros, distraídos tentando comê-los, são esmagados pelo monumento que é implodido. A resposta de Tallahassee é ainda melhor.

2. Não tenha medo de pedir ajuda

Se o elenco (Woody Harrelson, Jesse Eisenberg, Emma Stone e Abigail Breslin) dá conta do recado, imagina com ajuda.

Aqui, o reforço vem com a badass Rosario Dawson (dona de um hotel temático de Elvis Presley em Graceland), Luke Wilson e Thomas Middleditch (quase clones de Columbus e Tallahassee), além do imbatível Bill Murray.

3. Aproveite as pequenas coisas

Apesar de não ser o grande mérito, 'Zumbilândia: Atire Duas Vezes' traz referências divertidas de filmes, músicos, séries e físico.

Vai do zumbi Homer (Simpsons), que não representa nenhuma ameaça, aos mortos vivos imbatíveis como o Terminator (Exterminador do Futuro). Isto sem falar nos inteligentes, como Stephen Hawking.

O namorado de Little Rock (Abigail Breslin) também é alvo de zueira. Além de enganar a mais jovem do grupo se apropriando de músicas clássicas de Bob Dylan, ele nasceu em Berkeley. E isso basta para o bullying de Tallahassee. Músico, hippie e pacifista é como o personagem de Harrelson rotula os moradores de Berkeley, na Califórnia.

4. Cuidado com os banheiros

Se você não tem muita resistência para cenas grotescas, pode vir a recorrer ao banheiro. Ou mesmo se deparar com alguém chamando o Hugo.

5. Ter um parceiro casca grossa

Vale tanto para o elenco como os realizadores. Afinal, os dois roteiristas e o diretor se completam nessa franquia. Se curtiu o primeiro filme, não tem como ignorar esse.

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