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Quarta-feira

18 de Setembro de 2019

Solange Freitas fala sobre carreira como repórter da TV Tribuna

Jornalista busca ajudar a comunidade em cada reportagem de rua que faz: 'Muitas pessoas me agradecem por ficar indignada e ir atrás de uma solução'

É impossível falar de Solange Freitas sem lembrar de alguma entrevista mais incisiva que ela tenha feito com prefeitos, vereadores ou outra autoridade, sobre assuntos de interesse da  comunidade. “Não tenho receio, faço o que eu acho certo naquele momento da reportagem. Como se o problema fosse meu mesmo”.

Repórter da TV Tribuna há 15 anos, ela já foi professora de Ensino Fundamental e uma das pioneiras no telejornalismo regional. Cursava Jornalismo quando iniciou a carreira na extinta TV Litoral. Hoje, além das reportagens para o JT1 e o JT2, faz boletins para a Tri FM e ainda cursa Direito à noite. “Durmo pouco, minha rotina é puxada. Acordo todo dia às 4 horas”, conta.

Mas Solange não reclama.

“O objetivo que eu tenho com a profissão é ajudar a população, e a gente consegue auxiliar muitas pessoas. É bem estressante, mas também muito gostoso. Realmente faço o que gosto”.

O viés contestador nasceu naturalmente. “Acabei indo para esse lado de cobrança, de denúncia. Era o que gostava de fazer. E foi aí que acabei me destacando. Vou lá (no local da reportagem) e cobro as autoridades. Criei uma fama de temida na Baixada Santista, né? (risos) Vejo a coisa errada e quero ajudar as pessoas, faz parte do meu perfil mesmo”.

Como resultado do seu empenho, Solange Freitas ganha gratidão.

“O retorno é uma delícia. Todos os dias, eu recebo algum gesto de carinho, ou pelo telefone, ou no dia a dia, na rua mesmo, pessoalmente, nas redes sociais. Eles dizem que eu pergunto coisas que eles queriam perguntar, que não deixo barato. Eu sou muito feliz”.