Pilates beneficia pacientes neurológicos

Pilates é uma modalidade que apresenta uma diversidade muito grande de exercícios

O pilates é uma modalidade que apresenta uma diversidade muito grande de exercícios, que podem ser direcionados para diferentes finalidades. A fisioterapeuta Queila Gouvea, do Inor (Instituto Neurocirurgia Ortopedia Reabilitação), explica que ele pode ser direcionado para atletas, gestantes, idosos, pacientes com sequelas neurológicas, pós-covid, escoliose, alterações traumato-ortopédicas, como artrose, e até para crianças.

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“Beneficia a nossa musculatura de maneira geral. Temos exercícios de baixo impacto, com a facilitação das molas, e como a preocupação maior ocorre com a fluidez do movimento, não necessariamente com a performance, os benefícios acabam aparecendo naturalmente dia após dia. É uma prática indicada para todos”. Além disso, o pilates é um grande aliado no processo da reabilitação neurológica. “Lesão medular, mal de Parkinson e pós-operatórios neurológicos com sequelas motoras podem ser auxiliados pela prática”.

Segundo a fisioterapeuta, existe uma melhora da força muscular global, equilíbrio, mobilidade, coordenação motora e controle corporal pela ativação da musculatura abdominal”. Queila frisa que o treinamento é realizado de uma forma que respeite o limite individual, adequado às possibilidades e progredindo conforme o ritmo. “Cada paciente apresenta uma necessidade. Alguns conseguem executar movimentos mais avançados; outros, mais leves, e isso deve ser respeitado, sempre”. A profissional lembra que o pilates é feito de modo complementar, para atividades como fisioterapia convencional, hidroterapia, terapia ocupacional, acupuntura e tratamentos medicamentosos. “Todos são fundamentais para a melhora global do paciente”, arremata a especialista, sobre a abordagem integrada.


 

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