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Domingo

9 de Agosto de 2020

Tribuna do Leitor - 31 de julho de 2020

Na edição desta sexta-feira (31), participações de Diego Rozo, Deloe Giannotti Ribeiro, Grupo de Proteção da Família e da Cidadania, Vicente Carlos Ferrero, João Horácio Caramez e Ana Maria Batista da Silva

Mercado de Peixe

Reporto-me à demolição do Mercado de Peixe de Santos executada pela Prefeitura para registrar minha posição, enquanto membro do Condepasa, pelo Sindicato dos Arquitetos e Urbanistas, pela preservação do Mercado de Peixe. Arquitetura autoral do arquiteto da Prodesan, Antônio Carlos Quintas, obra de 1982, de importância cultural para a identidade de nossa cidade. E nesse sentido fui signatário do pedido de abertura do processo de Tombamento e, consequente, sobrestamento das medidas que resultaram na demolição. Serve a presente nota para que se registre minha posição e solidariedade ativa a todos que defendem a cultura e a preservação de seus marcos no curso do desenvolvimento de Santos, especialmente para com as quase três mil pessoas que assinaram o abaixo assinado pelo impedimento da demolição do Mercado de Peixe, do qual também sou um dos signatários.
Diego Rozo - Santos

Desenvolver Santos

Parabéns à Associação Comercial de Santos (na época era presidente o Sr. Roberto Santini). O povo santista espera que tenham um olhar para as nossas praias que não podem ficar impróprias para banho, por ser uma cidade turística. Também para as favelas, dando uma melhor qualidade de vida para o povo sofrido, com incêndios e falta de saneamento básico. Povoar o Centro, deixando de ser uma cidade fantasma, onde proliferam as doenças (talvez Covid), assassinatos e roubos com morte, porque lá moram os menos favorecidos da sorte, fator impeditivo do seu desenvolvimento, e reservando os lindos pontos turísticos que já são muito dignos de uma cidade europeia. E, por fim, um bonito terminal de passageiros para as pessoas que por aqui passam e possam passear e admirar as nossas belezas, sem ser assaltados.
Deloe Giannotti Ribeiro - Santos

Carnaval

Vamos suspender os desfiles de Carnaval e bandas, os bailes nas tendas da orla de Santos, os fogos e festas de Réveillon e manter as atividades a distância. Saúde em primeiro lugar. No dia 29, a imprensa divulgou comunicado da OMS, em que afirma que, infelizmente, o surto e aumento de novos casos de contaminação da covid-19 estão aumentando no continente Europeu entre os jovens. O motivo é que na Europa é o período de verão e muitos jovens querem aproveitar o clima para encontros em grupos e estas pessoas mais jovens estão sendo contaminadas com a pandemia e contaminando seus amigos e familiares. Por estes motivos, a OMS recomenda a continuidade do isolamento social para se evitar novas mortes que agora estão atingindo a juventude. O novo comunicado do Governo do Estado de São Paulo lamenta o também aumento do número de contagiados que subiu dia 28 de 500 mil contaminados para 514.197, comprovando que temos que manter as aulas a distância até o final deste ano letivo.
Grupo de Proteção da Família e da Cidadania

Judiciário

Muito interessante o motivo da greve dos nossos funcionários do Judiciário. Sim, nossos funcionários, pois são pagos por nós, cidadãos, para trabalhar. Creio que eles esquecem que os funcionários de supermercados, padarias e restaurantes, disk entregas, todos estão trabalhando para servir a esses mesmos colaboradores do Judiciário. Seria bastante eficaz que esses funcionários de supermercados, padarias e restaurantes, disk entregas, parassem de atender os colaboradores do Judiciário, pelo mesmo motivo da greve.
Vicente Carlos Ferrero - Santos

Chover no páramo

É mais fácil chover no páramo do que se resolver o problema da falta d'água na Pérola do Atlântico. E, em relação à Ponte Santos/Guarujá, pode esquecer. Talvez somente no século XXll. Eu disse talvez...
João Horácio Caramez - Santos

Escolástica Rosa

Li na edição de ontem a situação em que se encontra o imóvel da antiga Escola Estadual Escolástica Rosa, propriedade da Santa Casa, mas que por décadas ficou alugado para o Estado. A julgar pela situação deixada ali, fica a pergunta: o Estado não deveria pagar pelos anos de desleixo com imóvel tão valioso de nossa Cidade?
Ana Maria Batista da Silva - Santos

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