EDIÇÃO DIGITAL

Segunda-feira

10 de Agosto de 2020

Tribuna do Leitor - 3 de julho de 2020

Na edição desta sexta-feira (3), participações de Adelino Rodrigues, José Cosme Batista, Edilson Mendonça de Brito, Fernando Martins Braga e Rivaldo Novaes

Alcindo

Observei, recentemente, manifestações de leitores sobre comentários inseridos na coluna Tribuna Livre, pelo engenheiro, professor universitário e cientista político, Alcindo Gonçalves. Não tenho procuração para defendê-lo. No entanto, até por uma questão de justiça, quero deixar registrado minha enorme satisfação e respeito por ter convivido com ele na Câmara Municipal. Éramos vereadores e pude observar suas intervenções sempre seguras na defesa de seus ideais, respeitando as divergências e honrando seu mandato. Tenho muito orgulho em ter convivido com ele.
Adelino Rodrigues - Santos

Pobre árvore

Há três anos, tento salvar uma árvore que está totalmente tomada por pulgões e cochonilhas e fica na frente da minha residência. Como moro próximo ao Jardim Botânico, fui lá pessoalmente e levei algumas folhas para avaliação do especialista, que, gentilmente, passou uma fórmula para aplicação a cada 15 dias. A fórmula consiste em fumo de rolo, álcool e sabão de coco líquido. Retirei todas as folhas comprometidas e venho aplicando a solução. Como a situação está cada vez pior, inclusive atingindo as árvores vizinhas, abri uma ocorrência na Ouvidoria da Prefeitura Municipal de Santos, em 29 de maio, conforme número 12347/2020. Informaram que teria uma resposta entre três e vinte dias, o que não ocorreu. Em 24 de junho, efetuei nova ocorrência sob o número 13813/2020 e, até hoje, não obtive resposta. Será tão difícil um botânico vir ao local para fazer uma avaliação e salvar a pobre árvore?
José Cosme Batista - Santos

Sinônimo

No processo dinâmico evolutivo da língua portuguesa, as palavras vão se apossando de significados simbólicos ao longo do tempo. Recentemente, neste espaço, foi publicado pequeno texto elogiando manifestação antirrascista feita por universitários santistas. O elogio é bem-vindo, mas, infelizmente, a palavra "denegrir" foi usada por três vezes, no decorrer do texto, no sentido de manchar. Em tempos atuais, não é socialmente correto usar tal palavra nesse sentido, podendo ser substituída por qualquer um de seus vários sinônimos. Dessa forma, o texto teria o mesmo significado, mas sem nenhuma conotação racial. Feito o reparo, parabéns aos universitários pela manifestação e ao Grupo de Proteção e da Família pela sensibil</CW>idade por tal tema.
Edilson Mendonça de Brito - Santos

Prejuízo maior

Infelizmente, não são só os meios eletrônicos difundem notícias falsas. Alguns jornais, de raro prestígio em seus países e no mundo, também o fazem. Assim, o grande jornal espanhol El País publicou que Portugal tinha mais de 3.000.000 de casos da Covid- 19 e não deveria ser indicado pela UEFA para sediar a semifinal e final da Liga dos Campeões. A Chancelaria portuguesa exigiu uma retração da notícia, que foi feita no dia seguinte. Mas a notícia já havia causado enorme prejuízo ao turismo. É bem verdade que, em Lisboa e no Vale do Tejo, existem alguns casos de ressurgimento do vírus, mas não na quantidade apregoada polo jornal. Como se percebe, uma notícia falsa pode causar muitos transtornos, não apenas no aspecto econômico, mas, principalmente, à honorabilidade das pessoas. Na atualidade, é quase impossível não recebermos fake news todos os dias. Infelizmente, cada curtida na internet acrescenta maior lucro para os provedores. E a mentira faz muito mais estrago do que o desmentido consegue restituir.
Fernando Martins Braga - Santos

Radicais

A respeito da coluna do nobre santista Mário Mello em junho passado, observo que as dificuldades do atual Congresso com o presidente foram criadas ou pelo próprio presidente e seus apoiadores, ou pelos parlamentares que gostam de agrados. Se existe oposição no Congresso, ela anda mais sumida do que o advogado supõe. Radicais nas universidades? Não consta que tenha partido das universidades públicas as legiões que foram pedir a reedição do AI-5 e demais restrições de liberdades democráticas, nem acampamentos improvisados na Praça dos Três Poderes.
Rivaldo Novaes - Santos

Tudo sobre:
 
Este artigo é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha editorial e ideológica do Grupo Tribuna.
As empresas que formam o Grupo Tribuna não se responsabilizam e nem podem ser responsabilizadas pelos artigos publicados neste espaço.