Paulo Corrêa Jr

Deputado estadual reeleito na Assembleia Legislativa, Paulo Corrêa Jr. é formado em jornalismo e direito. Têm como bandeiras principais a descentralização do Porto, causas ligadas ao esporte e assistência social. É considerado um deputado metropolitano, pois sua base está espalhada pelas cidades que englobam a Baixada Santista, Vale do Ribeira e Litoral Norte.

Acesse todos os textos anteriores deste colunista

Jovens: As demandas de um mundo novo

Hoje, paira a dúvida sobre quais serão as profissões de um futuro breve, num mundo que não para de evoluir

Há anos, com a chegada do pré-sal, diversos cursos profissionalizantes ligados àquele segmento ficaram em evidência. Porém a indústria de petróleo que atraiu muitos profissionais de perfil técnico nas mais diversas formações, não conseguiu se manter em alta por um longo período. Não demorou para termos casos de demissões de funcionários, cortes de benefícios trabalhistas e, ao mesmo tempo, a perspectiva de redução ou venda das companhias. Perdemos uma mão de obra sedenta pelo trabalho e recém formada.

Hoje, paira a dúvida sobre quais serão as profissões de um futuro breve, num mundo que não para de evoluir, tornando tudo obsoleto de forma muito rápida. Com isso, o desafio dos jovens em decidir por um curso ou uma profissão é cada vez maior e gera permanente dúvida.

Essa nova geração, cercada por tecnologia desde cedo, escolhe praticidade, comunicação rápida, se dando muito bem com inovação. Mas o que chama mais atenção nesse público é a criatividade, que oferece soluções práticas para desafios diferentes. Esses “novos atores” são proativos, criam conexões positivas e desenvolvem um perfil versátil. São curiosos e mostram-se interessados em entender como outras áreas podem interagir com a sua. 

Sendo assim, quero crer que estamos diante de um casamento que deverá render bons frutos, já que estamos vivendo um restart, com novos produtos e serviços oriundos de meses de isolamento social e receios que antes jamais passavam em nossas cabeças. Se conseguirmos aliar essa inovação jovem aos novos horizontes - em que as fórmulas de sucesso ainda não foram escritas -, poderemos chegar mais rápido à solução de dois problemas: como fazer a economia voltar a funcionar e como absorver a mão de obra jovem.

Como disse Leon Magginson, não é o mais forte que sobrevive, nem o mais inteligente, mas o que melhor se adapta às mudanças”

Tudo sobre:
 
Este artigo é de responsabilidade do autor e não reflete necessariamente a linha editorial e ideológica do Grupo Tribuna.
As empresas que formam o Grupo Tribuna não se responsabilizam e nem podem ser responsabilizadas pelos artigos publicados neste espaço.