Brasil registra mais de 63 mil novos casos de covid-19 em 24h

Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.370 novos óbitos nas últimas 24 horas e 63.090 casos

A média móvel de mortes por covid-19, que registra as oscilações dos últimos sete dias e elimina distorções entre um número alto de meio de semana e baixo de fim de semana, ficou em 1.095 nesta terça-feira (23). Segundo o consórcio de veículos de imprensa, foram registrados 1.370 novos óbitos nas últimas 24 horas e 63.090 casos.

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No total são 248.646 mortes registradas e 10.260.621 pessoas contaminadas no Brasil, segundo o balanço mais recente do consórcio formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde. Os dados foram divulgados às 20h

O Estado de São Paulo, epicentro da doença no País, chegou a 58 199 mortes e 1.990.554 casos confirmados. Entre o total de casos diagnosticados, 1.774.964 pessoas estão recuperadas. As taxas de ocupação dos leitos de UTI são de 68,8% na Grande São Paulo e 68,6% no Estado. O número de pacientes internados é de 13.834, sendo 7.337 em enfermaria e 6.497 em unidades de terapia intensiva.

O governo do Estado planeja colocar todas as cidades de São Paulo em lockdown, entre 22 horas e 5 horas, para frear o avanço da covid-19. A ideia foi defendida nesta terça-feira, 23, em reunião com o Centro de Contigência da Covid-19, e tem forte apoio dentro do governo, segundo apurou o Estadão.

Nesta terça-feira, o Ministério da Saúde informou que foram registrados 62.75 novos casos e mais 1.386 mortes pela covid-19 nas últimas 24 horas. No total, segundo a pasta, são 10.257.875 pessoas infectadas e 428.529 óbitos. Os números são diferentes do compilado pelo consórcio de veículos de imprensa principalmente por causa do horário de coleta dos dados.

Consórcio dos veículos de imprensa

O balanço de óbitos e casos é resultado da parceria entre os seis meios de comunicação que passaram a trabalhar, desde o dia 8 de junho, de forma colaborativa para reunir as informações necessárias nos 26 Estados e no Distrito Federal. A iniciativa inédita é uma resposta à decisão do governo Bolsonaro de restringir o acesso a dados sobre a pandemia, mas foi mantida após os registros governamentais continuarem a ser divulgados.

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