[[legacy_image_341837]] Líder em casos de dengue na Baixada Santista e respondendo por uma em cada três ocorrências da doença na região, Bertioga já teve eliminados cerca de 2 mil criadouros do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, nos mutirões feitos na Cidade neste ano. Os dados não contabilizam o trabalho feito no Maitinga no sábado (9) e domingo (10). Clique aqui para seguir agora o novo canal de A Tribuna no WhatsApp! Considerados os trabalhos de contenção do mosquito feitos por agentes de combate a endemias e agentes comunitários de saúde da Prefeitura até o final da semana passada, foram extintos 1.961 criadouros com larvas. A destruição dos focos é feita manualmente ou com uso de produtos como sal grosso e detergente. “É importante que os moradores recebam os agentes, que estarão devidamente uniformizados e identificados com crachá, para que eles possam verificar seu imóvel. Todos são treinados e capacitados para identificar possíveis criadouros e buscar larvas, caso haja situações que permitam a proliferação do vetor transmissor das arboviroses, como a dengue”, afirma a diretora municipal de Vigilância em Saúde, Marly Inês dos Reis. Afora o trabalho dos agentes, moradores podem dar fim aos focos de proliferação de insetos com cuidados que devem ser tomados, pelo menos, toda semana. Entre eles, verificar o tampamento de caixas d’água e lixeiras, retirar pratos de baixo de vasos, limpar calhas, observar bandejas coletoras de ar-condicionado e geladeira, tratar água da piscina e lavar recipientes de animais domésticos — neste caso, trocando a água diariamente. EstatísticasDesde o início do ano, Bertioga registrou 961 casos de dengue, nenhum deles grave, e não há mortes sob investigação. Na região, segundo o Governo do Estado, foram 3.018 casos até este domingo (10).