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André Marques sofre picada 'mais dolorosa do mundo' de vespa durante gravações de 'No Limite'
Apresentador foi ferroado por uma vespa caçadora, considerada o topo da escala de dor de picadas de insetos
Por: ATribuna.com.br  -  18/05/21  -  14:38
André Marques foi picado por uma das vespas mais brutais na escala de dor   Foto: Reprodução/Twitter

Mesmo fora da competição em No Limite, o apresentador André Marques também está sofrendo alguns perrengues durante o programa. Ele revelou em seu Instagram nesta segunda-feira (17) que sofreu uma picada dolorosa de inseto, que mais tarde seria identificado como uma vespa caçadora.


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"Alguém sabe que bicho fdp é esse? Meio maribondo meio besouro?", questionou André. Para seus seguidores, desabafou a dor intensa que sentiu. "Me picou, doendo para um cara* de asa".


Os seguidores identificaram o animal como "cavalo do cão", que é um dos nomes populares da vespa caçadora (Pepsis formosa pationii). O inseto também é conhecido como mata cavalo, vespa-de-cobra, vespão e come cobra. Essa espécie de vespa pode ter até 5cm de comprimento, sendo quase 1cm só de ferrão.


A dor da picada dura cinco minutos, em média, mas pode desencadear febre e provocar desmaios. Segundo o entomologista Justin Schmidt, criador do Índice Schmidt, que classifica as picadas mais dolorosas de insetos em uma escala de 1 a 4, a picada da vespa caçadora é a mais dolorosa do mundo, sendo extremamente paralisante.


Segundo Schmidt, ela é "virulenta, cegante, horrivelmente elétrica, como se alguém jogasse um secador de cabelo ligado no seu banho de espuma". A ferroada da vespa compete com a da formiga-cabo-verde, conhecida como formiga-bala-de-revólver, que tortura a vítima por até 24 horas com dores intensas. Mesmo com o nível elevado de dor, ambas as picadas não são letais.


Durante suas pesquisas, o estudioso passou mais de 50 anos sendo picado por insetos e anotando a duração e intensidade exata de cada uma delas. Estima-se que ele tenha sido picado por mais de mil tipos de insetos para concluir seus estudos, sendo metade por abelhas comuns, um quarto por formigas e o resto por vespas.


*Com informações da revista Quem, da revista Super Interessante e do jornal DW