Quer ter um gato em casa? Veterinário do litoral de SP dá dicas para não se arrepender

Alguns pontos precisam ser levados em conta para a escolha certa do felino

Por: Giovanna Corerato  -  03/07/22  -  15:41
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Resolver ter um gato é algo entusiasmante, mas que pode gerar muitas dúvidas – principalmente no tutor de primeira viagem. Antes de tudo, é preciso pensar bem, para que seja uma decisão consciente e de acordo com a chamada posse responsável.


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Não esqueça que qualquer animal possui necessidades específicas. No caso dos gatos domésticos, eles são conhecidos por serem mais independentes – em comparação com os cães. Tanto que conseguem se divertir sozinhos numa boa. Logo, um felino pode ser a escolha perfeita para quem fica pouco em casa.


Mas, atenção: isso não quer dizer que os gatos não precisam de carinho e atenção. “Mesmo sendo mais independentes e autossuficientes, eles necessitam de tutores que acompanhem o seu estilo de vida. E é preciso gostar desse jeito mais autônomo dos felinos. Eles se mostram ótimos para aquelas pessoas que levam uma vida agitada e chegam tarde em casa, justamente por não dependerem tanto dos seres humanos”, explica o veterinário Eduardo Filetti, que é especialista em felinos.


Preparar a casa é importante
Antes de trazer o bichano para o lar, muitas vezes é preciso fazer algumas adaptações nos ambientes. Se você mora em apartamento, é importante colocar telas de proteção nas janelas e sacadas. Já se você mora em uma casa, fique atento: gatos domésticos não devem ter acesso às ruas, pois ficam sujeitos a acidentes e doenças. Sem falar que podem se perder…


Em alguns casos, mudanças como a adaptação dos móveis, instalação de prateleiras e arranhadores para proteger o sofá e a cortina são necessárias para a melhor convivência de todos. “Geralmente, os gatos são muito higiênicos. Por isso, é indicado que a caixa de areia do pet esteja longe das vasilhas de água e de comida”, observa o veterinário.


O “match” perfeito
Antes de ter um felino para chamar de seu, é necessário conhecer o comportamento de cada raça. Afinal, existem mais de 60!


“Cada uma tem comportamento próprio, mas existe a individualidade em comum. Algumas raças são mais mansas e outras, mais distantes. Há os gatos de pelo curto e os com pelo longo. Esses últimos costumam dar mais trabalho, porque soltam mais pelo e precisam sempre ser penteados”, afirma Eduardo Filetti.


Adoção responsável
O sonho de ter um gatinho também pode se tornar realidade por meio da adoção, já que as entidades de defesa animal da região reúnem vários felinos em busca de um lar. “Quando as pessoas vêm adotar um gato, a gente sempre pergunta se sabem diferenciar bem as necessidades dele das de um cachorro”, afirma a diretora da ONG Viva Bicho, Leila Abreu. Ela explica que os felinos são animais verticais, ou seja, para eles se sentirem seguros e confortáveis, precisam ficar subindo nas coisas, observando tudo do alto.


Para ajudar na hora da escolha, separamos traços comportamentais das raças mais comuns:

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