Luciana Kirsten, Roseli Andrade, Vanessa Toledo, Mari Anjo Rosa e Thayssa Nusa (Kangaroo Films) O sofá do Tricotáh se encheu de emoção e verdade. Vanessa Toledo recebeu Luciana Kirsten (nutricionista), Thayssa Nusa (consultora financeira) e Roseli Andrade (médica dermatologista) para um bate-papo acolhedor e repleto de aprendizados. A convidada da semana foi Mari Anjo Rosa, que trouxe sua experiência pessoal para inspirar um olhar mais amoroso sobre o próprio corpo e o cuidado com a saúde. Mais do que falar sobre diagnóstico, o programa abriu espaço para refletir sobre a relação que cada mulher constrói com sua própria imagem, com o tempo e com o ato de se cuidar. Autoconhecimento das mamas: a mudança de olhar O episódio começou com uma provocação simples e poderosa: por que ainda chamamos de autoexame, e não de autoconhecimento das mamas? Mari explicou que o termo “autoexame” carrega uma carga de medo e expectativa de doença, enquanto o autoconhecimento convida para uma relação mais gentil e natural com o corpo. O objetivo, destacou ela, não é procurar algo errado, mas entender o que é normal para si, criando um vínculo de atenção e respeito. Reconhecer o próprio corpo com atenção e carinho, não por medo, mas por amor! Durante o papo, as tricoteiras reforçaram que essa prática precisa ser vista como rotina, e não como obrigação. É um gesto simples que fala sobre presença. Sobre parar, respirar e lembrar que o corpo é casa e merece cuidado. Importante ressaltar que o autoconhecimento não substitui os exames de imagem, mas amplia a consciência sobre si mesma. Mari Anjo Rosa (Kangaroo Films) Corpo, tempo e consciência Outro ponto que marcou o programa foi o diálogo sobre escutar o corpo e respeitar o tempo. Mari lembrou que foi o toque durante o banho que a alertou, anos atrás, para o primeiro sinal da doença. O quanto adiamos consultas, ignoramos sinais e acreditamos que “com a gente não vai acontecer”? Esses questionamentos aprofundaram ainda mais a conversa e Roseli reforçou que o tempo é um aliado da prevenção, e que cada segundo conta quando se fala de diagnóstico precoce. Luciana também lembrou que o corpo fala constantemente, seja por meio de sintomas físicos, cansaço ou pequenos incômodos que insistem em aparecer. Buscar orientação médica, manter os exames em dia e, no cotidiano, praticar esse olhar de dentro para fora. Cuidar não é ritual complicado; é uma soma de gestos pequenos, repetidos, que constroem presença. No clima leve e humano que já é marca do Tricotáh, o grupo destacou que se cuidar não é viver em alerta, mas viver em atenção, um tipo de amor silencioso, que se manifesta nas pequenas escolhas diárias. A força que vem do acolhimento Entre relatos e reflexões, o episódio também falou sobre o poder da rede de apoio. O diagnóstico, como lembrou Mari, afeta não só quem recebe a notícia, mas também quem está ao redor. Nas palavras dela, “a presença é o que mais cura”. As tricoteiras compartilharam experiências pessoais, mostrando como o afeto e a empatia ajudam a atravessar fases desafiadoras. Thayssa destacou que o cuidado começa na escuta, tanto do outro quanto de si mesma e Vanessa resumiu com delicadeza: “Cuidar é estar junto, mesmo quando não há nada a dizer.” O programa chamou atenção para histórias de abandono e para a necessidade de transformar medo em companhia. Presença não é ter respostas, é estar ao lado, ouvir, segurar a mão, respeitar silêncios. Cuidar é ficar junto, especialmente quando a coragem do outro vacila. Vanessa Toledo e Mari Anjo Rosa (Kangaroo Films) Fé, vulnerabilidade e recomeços O episódio também abriu espaço para falar sobre fé, espiritualidade e vulnerabilidade. Mari compartilhou momentos em que o medo e a incerteza fizeram parte do processo, mas também como a fé foi um pilar para recomeçar. As tricoteiras refletiram sobre como a sociedade cobra força o tempo todo e como é libertador poder admitir que nem sempre estamos bem. “Há coragem em se permitir parar”, disse Vanessa. “A força também mora nos dias de silêncio.” O grupo falou ainda sobre a positividade tóxica, lembrando que viver o luto e o cansaço faz parte da cura. Ser forte não é nunca cair, mas escolher levantar quantas vezes forem necessárias. Um convite à escuta Entre risadas, lágrimas e abraços, O Tricotáh encerrou com emoção, lembrando que falar sobre o corpo é, acima de tudo, falar sobre amor, coragem e vida. O episódio foi um lembrete de que autocuidado não é vaidade, é presença. É olhar para si, reconhecer limites, acolher fragilidades e agradecer o agora. Mari agradeceu emocionada a oportunidade de estar no programa e reforçou: “A saúde é o bem mais importante que a gente tem. Cuide-se, faça seus exames e compartilhe informação. Hoje, o câncer de mama não é mais uma sentença de morte. Há vida, muita vida, depois do diagnóstico.” Luciana Kirsten, Roseli Andrade, Vanessa Toledo, Mari Anjo Rosa e Thayssa Nusa (Kangaroo Films) Previsões para outubro com Mah Ocroch! Abrindo o mês com boas vibrações, o quadro mensal da taróloga Mah Ocroch trouxe as previsões astrológicas e espirituais para outubro: um período marcado pela transição de Libra para Escorpião, em que equilíbrio e transformação caminham lado a lado. Segundo Mah, enquanto Libra inspira diplomacia e resiliência, Escorpião surge como a “Fênix do Zodíaco”, convidando a mergulhos profundos e renascimentos pessoais. A carta sorteada para reger o mês foi a dos Lírios, símbolo de espiritualidade, harmonia e paciência, um chamado à serenidade diante das mudanças. Já entre as tendências, a carta dos Navios indica movimento e novas oportunidades, especialmente ligadas a viagens e reconexões. Por fim, o alerta vem com a carta das Máscaras, lembrando que este é um momento de enxergar as situações como realmente são, deixando cair ilusões e falsas aparências. Outubro, segundo Mah, será um mês de equilíbrio, lucidez e renascimento: um convite para ajustar as velas e seguir com consciência rumo ao fim do ano. Onde assistir O episódio completo já está disponível no YouTube do Tricotáh. ▶️ Assista aqui e mergulhe nessa conversa que faz um convite para se olhar com mais amor e respeito!