Amono ressalta futuro do modal; Maxwell Rodrigues elogiou discussões (Alexsander Ferraz/AT) Um debate que mostrou o quanto a cabotagem é importante para o transporte marítimo no País. Mas que sua regulamentação e, especialmente, a ampliação e a especialização da mão de obra devem ter prioridade. Para os organizadores do Summit Direito Marítimo, Portuário e Aduaneiro, realizado nesta terça-feira (29) pelo Grupo Tribuna, a discussão é permanente e necessária no Brasil. Clique aqui para seguir agora o canal Porto Tribuna no WhatsApp! “É uma questão complexa. Ao mesmo tempo em que é uma grande solução para tirar um pouco do modal rodoviário e trabalhar a questão da sustentabilidade, enfrenta uma dificuldade de falta de mão de obra”, afirma o diretor comercial do Grupo Tribuna, Demetrio Amono. “No Rio de Janeiro, tem navios sem tripulação, porque não tem profissionais hoje preparados para tocar os navios. E essa discussão é urgente”, reforça. Amono lembra que, em fevereiro de 2021, o Grupo Tribuna realizou o Summit BR do Mar, que já demonstrava a importância da navegação de cabotagem. “Foi quando o assunto surgiu, mas até hoje depende de algumas regulamentações. Mas, sem dúvida, é o futuro, com a quantidade de rios navegáveis que nós temos no Brasil e precisam ser melhor aproveitados.” Consultor para assuntos portuários do Grupo Tribuna e mediador dos debates, Maxwell Rodrigues elogiou o nível das discussões apresentadas. “O Grupo Tribuna é muito assertivo na pauta técnica. Obviamente a gente tem que olhar as questões políticas, mas foram painéis muito técnicos, assim como nos outros encontros, trazendo à luz temas que são realmente estratégicos.”