Praia Grande tem, atualmente, o maior prédio do litoral de São Paulo (Divulgação/Phoenix e Divulgação/Prefeitura de Praia Grande) A verticalização não é um processo visto somente na Baixada Santista, no litoral de São Paulo. Mundo afora, existem construções imponentes, que já beiram os mil metros de altura — ou seja, um quilômetro —, coisa ainda muito distante para as edificações da região. Entretanto, as construtoras estão avançando cada vez mais, como se estivessem disputando para definir quem vai ter a torre mais alta da Baixada. Por ora, Praia Grande abriga os maiores “gigantes”, considerando os edifícios já prontos. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Atualmente, nenhuma torre concluída subiu mais do que os empreendimentos Jardim do Mar 1 e 2. Ambos os prédios medem 150 metros e têm 42 andares. Eles são seguidos de perto pelo vicentino Helbor Offices São Vicente, com 145 metros e 34 andares. Entretanto, Santos trabalha para, em breve, se destacar neste ranking. Isso porque dois edifícios em construção prometem, no mínimo, igualar as maiores construções regionais. Um deles é o Castell Di João Paulo, que terá 150 metros e 42 andares, está sendo construído no José Menino. O outro é o Navegantes, localizado na Ponta da Praia. Arquiteto deste último projeto, que é da Miramar Construtora, Roberto Saviello reforça que este será o maior de Santos. “Ele terá 155 metros, com 45 andares de apartamentos, sendo seis com imóveis duplex. As duas torres devem estar prontas entre 2027 e 2028”. Apesar disso, nenhum deles chega perto dos prédios mais altos do Brasil. No País, os maiores empreendimentos são as torres Yachthouse by Pininfarina, de Balneário Camboriú (SC), com quase 300 metros. Estes, por sinal, são quase três vezes menores do que o Burj Khalifa, dos Emirados Árabes Unidos, que mede 828 metros. Localizado na Ponta da Praia, em Santos, Navegantes terá duas torres (Alexsander Ferraz/ AT) Ícone da arquitetura O Marina Bay Sands, de Singapura, famoso por lembrar um barco e ter uma piscina no topo, será ampliado. Ele ganhará a quarta torre, separada das atuais três, além de área de entretenimento com 15 mil lugares. O custo será de US\$ 8 bilhões (R\$ 42,7 bilhões). (Reprodução)