Empresa entregou mais cinco reservatórios, aumentando a estrutura que já existia na Baixada Santista (Sabesp/Divulgação) Embora o Marco Legal do Saneamento Básico estabeleça que 99% da população deve ter acesso à água potável e 90% ao tratamento e à coleta de esgoto até 2033, na Baixada Santista, a universalização do serviço será adiantada. Na região, as melhorias estarão finalizadas e entregues daqui a quatro anos. Quem garantiu isso foi a diretora de Relações Institucionais e Sustentabilidade da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), Samanta Souza. A representante da empresa foi taxativa: “Até 2029, concluiremos nosso trabalho”. Depois de assegurar a antecipação do prazo, a executiva disse que os investimentos já começaram. “Estivemos aqui duas ou três semanas atrás, fazendo o lançamento de mais de R\$ 3 bilhões em obras, de um total de R\$ 7,5 bilhões”, disse, durante participação no fórum do projeto A Região em Pauta. Também presente no evento, a diretora de Operação e Manutenção da Sabesp, Débora Pierini Longo, deu detalhes do que foi feito com o recurso injetado na Baixada. “Nós entregamos, nesse último mês, cinco reservatórios. Além disso, ampliamos a Estação de Tratamento de Água (ETA) Mambú/Branco, que saiu de 1.600 litros por segundo de tratamento para 3.200”. Este equipamento abastece Peruíbe, Itanhaém, Mongaguá, Praia Grande e a área continental de São Vicente. Túnel Santos-Guarujá Débora citou mais uma obra que, em breve, trará benefícios para a região. Trata-se do túnel submerso que vai ligar Santos e Guarujá. A diretora explicou qual será a melhoria proveniente deste modal. “Essa ligação entre as cidades vai flexibilizar o abastecimento e incrementar mais 500 litros por segundo para o município do Guarujá”.