Maioria indica que música e dança são elementos mais representativos (Sílvio Luiz/ AT) Apoio à produção cultural que existe na Baixada Santista, mas que não é suficiente. Esse é o principal recado da pesquisa espontânea realizada pelo Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT) sobre o tema do fórum A Região em Pauta. A consulta, feita por e-mail junto aos assinantes, não tem caráter científico. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Para 62,1% dos assinantes que responderam à pergunta “se a Baixada Santista apoia e incentiva suficientemente seus artistas e iniciativas culturais locais”, a resposta foi que “existem iniciativas, mas ainda são insuficientes”. Outros 19,7% indicam que “sim, há bons incentivos e visibilidade”. Sobre a questão “quando você pensa na cultura da Baixada Santista, quais elementos mais representam nossa identidade local?”, a opção mais citada foi “música e dança”, com 30%, seguida de “festas populares e religiosas”, com 26% e “gastronomia caiçara”, com 23%. As tradições indígena e afro-brasileira, que pautaram o fórum da última quarta-feira, foram citadas por apenas 7% dos entrevistados. Influência Ao serem questionadas sobre “qual dessas influências culturais você considera mais presente no seu dia a dia”, a maioria (47%) indicou a europeia (tradições, gastronomia, língua e valores). Influências contemporâneas (globalização, internet e cultura pop) somaram 28%. Influências africanas (15%) e indígenas (9%) completaram o quadro. Perguntados se já participaram ou frequentaram “espaços culturais da região (Casa das Culturas, museus, feiras, festivais ou apresentações)”, a maioria (47%) respondeu “ocasionalmente”. Já 41% dos ouvidos indicaram que “sim, frequentemente”. Outros 12% informaram que “raramente”. Outra pergunta, “você acredita que a diversidade cultural brasileira é valorizada de forma justa nas produções artísticas e na mídia atualmente?”, teve como opção mais citada a que indica “parcialmente”, com 69,7%. Já 19,7% dos consultados entendem que “não é valorizada”. Para 10,6% a valorização acontece “plenamente”.