Assinantes ouvidos querem inserção rápida no mercado de trabalho (Arquivo) Falta de integração entre escolas e mercado; preferência por um curso técnico semipresencial (parte online, parte presencial) e expectativa pela inserção rápida no mercado de trabalho. Essas são algumas observações sobre o ensino técnico, com base em pesquisa por adesão realizada pelo Instituto de Pesquisas A Tribuna (IPAT) junto aos assinantes do jornal que responderam à consulta por e-mail. Vale lembrar que a sondagem não tem o rigor de uma pesquisa científica, mas serve de referência para avaliar o nível de conhecimento e de expectativa das pessoas em relação ao tema escolhido, no caso, o ensino técnico. De acordo com os assinantes, embora não haja vínculo direto com o ensino técnico, há interesse no tema por parte de 40% dos consultados. Já 35% se diz egresso (já concluiu um curso técnico), enquanto 15% se disse professor ou profissional de educação. Sobre as áreas de ensino técnico que mais interessam aos assinantes consultados, a maioria indicou preferência por “tecnologia da informação e comunicação”, seguida de perto por “porto, logística e comércio exterior”. Completa o “top 3” a inclinação por “turismo, hotelaria e gastronomia”. Com relação aos principais desafios para a valorização do ensino récnico na região, 85% indicaram falta de integração entre escola e mercado. As outras três alternativas (pouca divulgação dos cursos existentes; escassez de vagas gratuitas ou acessíveis e falta de reconhecimento do diploma técnico) somam, cada uma, 5% das opiniões dos assinantes consultados. Formato e expectativa Perguntados sobre qual formato de curso técnico melhor atenderia à sua necessidade, os assinantes que participaram da sondagem destacaram o semipresencial (parte online, parte presencial), com 45%, seguido do presencial em período parcial (manhã, tarde ou noite) com 30%. O presencial em período integral teve 20%, enquanto a opção por totalmente online, apenas 5%. Por fim, perguntados pela expectativa principal após a conclusão de um curso técnico, a ampla maioria dos consultados citou a inserção rápida no mercado de trabalho (65%), seguido de progressão na carreira, na empresa em que trabalha (20%).