O professor de Educação Física Vinícius Barteli e a cuidadora de idosos Mariana Ruiz disputaram os 10 KM Tribuna FM - Terra Santos fantasiados. Segundo eles, as fantasias são uma forma de alegrar e motivar (Victor Barreto/ AT) Figurinhas carimbadas nas provas de corrida, os corredores fantasiados estiveram presentes nos 10 KM Tribuna FM - Terra Santos na manhã deste domingo (18), prova que teve sua largada no Centro de Santos. Para A Tribuna, o professor de Educação Física Vinícius Barteli, de 30 anos, e a cuidadora de idosos Mariana Ruiz, de 47, contaram que, com as fantasias, buscam alegrar corredores e espectadores, além de motivar aqueles que se interessam pelo esporte. Clique aqui para seguir o canal de A Tribuna no WhatsApp! Morador de São Vicente, Vinícius conta que não é a primeira vez que se veste como o Chapolin Colorado, personagem do humorista mexicano Roberto Bolaños, em provas de corrida. Ele, que trabalha em uma academia no Campo Grande, em Santos, incentiva, inclusive, alunos a irem com uma fantasia semelhante. “É uma cultura que temos praticado na academia onde trabalho. A ideia é motivar o pessoal a correr também, a partir de uma forma divertida. Assim, todo mundo faz a prova mais leve”, disse o professor. Questionado sobre a escolha do personagem, ele explicou que se baseou na popularidade do Chapolin no Brasil. “É um personagem que faz a alegria do povo”, afirmou. Bruxa dos 10 KM Veterana no mundo das corridas, Mariana já corre há 28 anos. Segundo ela, a cada participação em provas - sejam elas em Santos ou em outras cidades, como São Paulo - veste uma fantasia diferente. Nesta edição dos 10 KM Tribuna FM - Terra Santos, ela optou por se fantasiar como bruxa. A escolha, segundo ela, é uma forma de chamar a atenção e, ao mesmo tempo, homenagear a cidade. “É uma forma de usar a criatividade, não é? A gente quer animar as pessoas, tirar do sofá quem ainda não começou a correr. Quando eu comecei, eu tinha 78 quilos. Hoje, faz 28 anos que corro e sempre vou fantasiada. Levo doces para distribuir no percurso, paro, falo com as crianças, incentivo. E faço isso também por mim, para não desanimar”, contou. Mariana, que é mãe de uma menina de 7 anos com síndrome de Down e traços de autismo, vê na corrida um exemplo a ser deixado para a filha. “Ela ainda é pequena para vir comigo, mas vai crescer vendo a mãe que começou, que tem medalhas, que venceu dificuldades. Quero ser inspiração, nem que seja para quem só caminha. Caminhar já é sair do sofá”, declarou.