Tribuna do Leitor - Sábado, 25 de novembro de 2023

Hoje, com as participações de Luiz Vinagre , Luiz Alberto Reis e outros

Por: ATribuna.com.br  -  25/11/23  -  06:16
  Foto: Francisco Arrais/PMS

Brasil x Argentina
Não, não é jogo de futebol. É diferença gritante de um povo que com sabedoria soube escolher um presidente com força (igual ao Bolsonaro em 2018) e colocou o Milei para a acabar com o PT, desculpe, com o pe...ronismo e kichernismo do país amigo. Um país que teve o primeiro metrô da América Latina, primeira usina nuclear, universidade de alto padrão, país sendo a “Suíça Latina”, povo culto, rebanho bovino de alta qualidade e por aí afora e que chegou a vergonhosa inflação de 140% ao ano, com aqueles governos populistas iguais ao atual brasileiro, chegando a 40% da população na pobreza. Por isso, tomemos cuidado e o quanto antes imitarmos os muy amigos e tirar essa vermelhada do nosso Brasil. Mesmo com apoio do nosso atual governo para a campanha do governo argentino de quase 1 bilhão de reais, com marqueteiro emprestado,com equipe de pesquisa eleitoral tentando influir, como aqui na eleição passada, perderam Mané. Luiz Vinagre - Santos


Mais segurança
Louve-se a iniciativa do Executivo, em buscar de todas as formas a ampliação do número de agentes visando a segurança de moradores e visitantes da nossa região. Porém, infelizmente, tais ações, difíceis e onerosas, derretem-se como gelo, quando confrontadas com a sensação de insegurança decorrente da impunidade. Não tem cabimento, por exemplo, um mesmo indivíduo registrar até sessenta envolvimentos com furto e permanecer solto. Há que serem revistas todas alterações na legislação nas últimas décadas, que apenas facilitaram a vida dos delinquentes. Há que se sepultar definitivamente essa excrescência chamada audiência de custódia. Chega de sacrificar o policial, que a cada ocorrência tem que arriscar sua vida para logo em seguidao bandido ser colocado em liberdade. Luiz Alberto Reis - Santos


Povos diferentes
Quando se fala que aqui no Brasil o escravagismo acabou, porque a Princesa Isabel, ao decretar a Lei Áurea, liberta os negros do capitalismo selvagem branco, esquecem que pode-se dizer que foi uma manobra do capitalismo selvagem branco para terem mais negros como seu funcionários, pagando-se os mesmos salários dos escravos brancos. Nos dias de hoje, quando se vê quilômetros de florestas queimando, podemos ter uma certeza: ali tem várias mãos incendiárias brancas. Se tiver alguma mão preta, o que eu acho difícil, só pode estar à serviço dos capitalistas selvagens brancos. Estas florestas incendiadas, quase todos os dias, em pouco tempo têm um fazendeiro branco sendo proprietário delas. Posso afirmar que até hoje nunca conheci latifundiário negro. Não estou dizendo que não tem, só digo que não conheço. Portanto, quando se fala em Dia da Consciência Negra, talvez seja para amenizar um pouco o sofrimento imposto pela raça branca aos povos de outras cores. Josemilton de Souza e Silva - Guarujá


Canteiro de obras
De quatro em quatro anos, os cidadãos desta cidade têm testemunhado uma onda interminável de reformas promovidas pela Prefeitura, transformando ruas em canteiros de obras e bairros em zonas de constante agitação. O que era para ser um sinal de progresso, muitas vezes se converteu em um fardo desanimador para os moradores. O impacto direto dessas reformas transcende as fronteiras dos simples inconvenientes. A falta de planejamento e a ausência de comunicação (principalmente viária) eficaz deixam a cidade confusa e descontente. O barulho estridente de máquinas trabalhando desde as primeiras horas da manhã e a poeira que se espalha pelas ruas (especialmente dos bairros) têm se tornado uma presença constante, afetando a qualidade de vida dos munícipes. Enquanto a Prefeitura busca justificar essas reformas como investimentos para melhorar a infraestrutura, muitos munícipes se perguntam se os custos estão justificados (exemplo da Rua Azevedo Sodré). O desperdício de recursos financeiros é uma ferida aberta, visível na lentidão das obras, nos projetos atrasados e nos gastos excessivos que parecem não trazer benefícios palpáveis à comunidade. Os moradores, muitas vezes, expressam suas frustrações nas redes sociais, em reuniões comunitárias e em conversas informais. Suas vozes, no entanto, parecem ecoar em um vazio de decisões já tomadas, sem espaço para suas preocupações ou sugestões. É inegável que o desejo de melhorar uma cidade é nobre, mas quando essa busca por progresso se transforma em um ciclo incessante de desordem e insatisfação, é hora de repensar estratégias e ouvir atentamente a voz daqueles que serão mais impactados por essas mudanças. Enquanto aguardamos soluções, a paisagem urbana continua a ser moldada por um processo de transformação muitas vezes caótico, onde o peso das reformas constantes é sentido por todos. Bendito ciclo eleitoral. Fernando Valle - Santos


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