Tribuna do Leitor - 15 de janeiro de 2022

Hoje, com Arlindo Oliveira, Manoel Loyola, Nívio Rezende e outros

Por: Redação  -  15/01/22  -  06:47
  Foto: Vanessa Rodrigues/AT

Vacina (1)
Gostaria de entender algo que está acontecendo em nosso País. Lá pelos anos 60, eu era criança e lembro que quando surgia uma Campanha Nacional de Vacinação Infantil, nossos pais, pessoas responsáveis, faziam questão de levar seus filhos para serem imunizados e se protegerem das diversas doenças viróticas. Hoje, passados alguns anos, tem um “síndico do prédio que moro”, embora não tenha votado nele nem votarei em sua reeleição próxima, que não vai vacinar sua filha que tanto ama e orienta os demais a não vacinarem seus filhos e netos. Mas, dentro desse condomínio, sua filha irá conviver com nossas crianças. É correto isso ou podemos impugnar seu cargo de síndico? Ou na democracia atual isso não é possível? Com a palavra, nossos competentes heróis da Ciência atual. Arlindo Caseli de Oliveira - Santos


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Vacina (2)
Parabéns ao leitor Juan Manuel Villarnobo pela lucidez com que abordou os insanos e inacreditáveis esforços do inquilino do Planalto para retardar e atrapalhar a vacinação das nossas crianças contra a covid. Com alegações risíveis, o negacionista-mór da nação conseguiu gerar, nos menos esclarecidos, dúvidas suficientes para que muitos pais cometam o crime de não vacinar seus filhos. Nunca houve prescrição médica para vacina. É óbvio que, para a esmagadora maioria da população, é inviável conseguir uma. Também nunca houve, em qualquer tempo ou lugar, qualquer assunção de responsabilidade por nenhum fabricante de remédios e vacinas em relação à administração de seus produtos. Tudo que uma vacina precisa é da aprovação técnica pela vigilância sanitária. Quantas crianças mais morrerão por essa demora? Marcelo Dias Montero - Santos


Vacina (3)
O senhor Luiz Vinagre está, ao meu ver, coberto de razão quando cita a vacinação de crianças. Vivemos em um tempo que não podemos, jamais, questionar e duvidar de toda a opinião emitida por aqueles que nitidamente se colocam contra o atual presidente. Parece que só existem profissionais e estudiosos no campo da esquerda, na direita ficam somente os “negacionistas”. Acho que já passou da hora da verdadeira imprensa, aquela descontaminada, exercer a sua real função, a de levar informação, deixando a nós, leitores e consumidores, a opção da escolha, sem a influência maléfica da desinformação, muitas vezes dolosa. Manoel Loyola - Santos


IPTU Santos
Parabéns para a equipe da Prefeitura Municipal de Santos pela emissão dos carnês de IPTU de 2022. Aos 83 anos de idade, é a primeira vez, que eu me lembre, os carnês não são distribuídos regularmente, já com os prazos de vencimento programados. Esperam que todos tenham computador com internet e impressora para emiti-los ou que os milhares de contribuintes compareçam ao Poupatempo, com visita agendada, para obter a guia de pagamento dos impostos municipais prediais. Espero que para o próximo ano não seja pior (deixem de emitir os carnês e informem o percentual do aumento para os contribuintes calcularem e emitirem o boleto). Nívio André de Rezende - Santos


Chororô
Sabe-se que, no Brasil, uma grande parcela dentre os que já se vacinaram recusou retornar para os complementos. Foi alarmante o número de mortos no mundo todo em razão do ataque do vírus. Sabe-se também que esse agente infeccioso vai ganhando novas variantes, permitindo que ele se alastre com mais eficácia, mas ainda assim continuamos fazendo pouco caso da realidade e da presença da “infalível”. Elementos inescrupulosos enriqueceram e continuam enriquecendo com ações criminosas, originadas na necessidade de se socorrer urgentemente a população, com medicamentos e com a estruturação dos hospitais de campanha, agora já desativados em grande parte. Irresponsavelmente, partiu-se para o “liberou geral”, fazendo-se todas as concessões inaceitáveis. Em Santos, é possível ver bares e botecos abarrotados de gente sem máscaras. Faltam consciência e fiscalização efetiva, por parte de todos e especialmente do poder público. Depois, não adianta procurar cabelo em ovo nem outros culpados, além das próprias vítimas da ação do vírus, para justificar o chororô. Carlos D.N. da Gama Neto - Santos


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