Tribuna do Leitor - 09 de novembro de 2022

Hoje, com as participações de Franz Hildinger, Orlando Machado e outros

Por: ATribuna.com.br  -  09/11/22  -  06:01
  Foto: Lucas Figueiredo/CBF

Obras em Praia Grande
Lamentável o trânsito causado durante o horário comercial na entrada de Praia Grande. Até quando conviveremos com politicagem e a evidente forma de menosprezar a inteligência do brasileiro ao querer mostrar trabalho? Pior que dá certo, porque quanto mais o povo sofre mais o povo vota neles, o que nos remete a concluir sobre o prazer sadomasoquista de certos eleitores. Todo constrangimento e a arte dos irresponsáveis por tal estão bem relatados na reportagem deste jornal publicada ontem e nada tenho a acrescentar. Franz Josef Hildinger - Praia Grande


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Letargia
O comerciante atira no bandido armado para defender o seu patrimônio e é indiciado por porte ilegal de arma, mesmo tendo licença como praticante de tiro, e o meliante é levado para a delegacia e solto. Um condomínio é assaltado três vezes em São Vicente na última semana, sendo que na primeira vez a PM foi acionada, prende o bandido, que é levado à delegacia e solto. Ele volta no dia seguinte e rouba o portão de alumínio, seu alvo. Pode parecer comédia bufa, mas é a pura realidade que nós assistimos dentro da fortaleza em que transformamos nossos lares. Não há como culpar a polícia, que é tão penalizada como nós, num processo de “enxuga gelo”, prende, mas vê o bandido solto em seguida. E a tendência é de piora. Chegamos a essa situação devido à letargia da população, que não pressiona os parlamentares na mudança das leis, para torná-las mais rígidas. Parece que tanto um quanto outro temem a reação de grupos organizados, que sob a pseudoproteção aos direitos humanos, favorecem a bandidagem que, se presa, irá usufruir das benesses que boa parte da população não tem, isto é, roupa, alimentação e benefício monetário à família. Em paralelo, aquele comerciante terá que se defender para não ser condenado, e a síndica do condomínio terá como amparo o seu próprio lamento: “Sensação total de insegurança e está terrível aqui”. Ah, como seria bom se a celeridade e rigidez aplicada a certos crimes fossem estendidas a esses. Ademir Alonso Rodrigues - Santos


Seleção
A convocação de Daniel Alves para a Copa do Mundo no Catar serve apenas para criar polêmica na crônica esportiva e entre os torcedores, o que em nada ajuda a seleção a alcançar seus objetivos. Daniel pode até ser o melhor jogador do campeonato e marcar o gol do título brasileiro; é claro que todos torcemos que isso possa acontecer, embora saibamos que a chance de sua realização é no mínimo de um para 10 milhões. Ele tem 39 anos e está apenas treinando no Barcelona para manter a forma, já que o Pumas, seu time no México, sequer se classificou para a fase final do torneio da liga mexicana. O único critério que deve ter sido adotado para sua convocação só pode ter sido o brilhantismo de sua longa carreira e não pelo seu momento atual. Esse mesmo critério foi adotado em 1966, levando muitos remanescentes bicampeões de 1958 e 1962, alguns totalmente fora de forma física e técnica. O resultado foi desastroso. Orlando Machado - Santos


Pedaladas
Em recente publicação, o ex-jogador do Santos Zé Love manifestou solidariedade aos colegas de bola Neymar e Robinho, disfarçado numa burca verde e amarela, nas recentes manifestações grotescas e de para-brisas patrióticos pedindo a “intervenção federal”, contrárias à vitória eleitoral de Lula. Em seu Twitter, Zé Love indagou não saber o que dizer ao filho, “porque um ex-presidiário agora é presidente”. Ora, o cioso atleta burlesco do Cianorte deveria começar explicando ao seu filho (e espero que o saiba dizer) como o pai é tão condescendente à condenação do ilustre amigo a nove anos de prisão por violência sexual (estupro) de uma jovem albanesa de 22 anos, em 2013, em Milão, na Itália. Nem só de pedaladas vive a insanidade e indigência humana. Marcelo Mattos - Santos


Estado laico
Sabemos que os países mais ateus são os mais evoluídos: menos crimes, melhor educação e padrão de vida. São verdadeiramente laicos. Aqui, nós temos os “mitos”, chamados Lula (já nem tanto) e Bolsonaro, que se dizem seguidores de Deus, mas envolvidos em corrupção. Seus seguidores são verdadeiros néscios, assim como os de Trump nos EUA. Necessitam de um “mito” “Pra Chamar de Seu”. Uma blasfêmia! Oswaldo Baptista Pereira Filho - Campinas


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