Tribuna do Leitor - 10 de fevereiro de 2021

Hoje, com as participações de Renato martins - Presidente do Sinpolsan, Josemilton de S. e Silva, Valdomiro Trento, Mário Azevedo Alexandre, Cesar Tavares da Cunha e Roberto Luiz Cauduro

Por: Da Redação  -  10/02/21  -  17:39

Palácio da Polícia
Quando se tem razão, a luta nunca é em vão. E foi isso que o Sinpolsan mostrou, mais uma vez, ao garantir uma verba de R$ 8 milhões para a reforma do Palácio da Polícia. O prédio foi interditado na última sexta-feira pela Justiça, após o Sindicato ingressar com um pedido de tutela de emergência, devido às condições precárias do espaço. A intervenção do juiz foi novamente necessária, já que o Estado descumpriu os prazos estabelecidos para execução das obras. Conforme divulgado, os R$ 8 milhões já estão assegurados, mas o processo licitatório sequer foi iniciado. A expectativa é de que, dessa vez, o poder público não esteja apenas buscando os holofotes mas, sim, disposto a reverter uma situação, que há anos coloca em risco a vida dos trabalhadores e da população. No entanto, apesar da notícia, previsão é de que o Estado recorra da decisão. A mobilização do Sinpolsan para acabar com as condições insalubres do Palácio começou em 2015, na gestão do ex-presidente, Marcio Pino.
Renato martins - Presidente do Sinpolsan


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Presente de aniversário
Completo 71 anos amanhã, dia 11 de fevereiro, e o presente que gostaria de ganhar é uma picada de vacina no braço, de preferência da CoronaVac ou da Sputnik V porque são originárias de países esquerdistas. Brincadeiras à parte, não vejo a hora de ser imunizado. Desde o início do confinamento, só saio de casa para o necessário, isto é, para ir às consultas médicas, quando não são por videoconferência. Pelo calendário de vacinação, não serei vacinado antes do meu aniversário, mas acho que ganharei este belíssimo presente de aniversário até o final do mês.
Josemilton de S. e Silva - Guarujá


Atitude nobre
Sobre a entrevista do ex-deputado Koyu Iha, quero dizer que não pertenço ao mesmo partido político, mas vivi os fatos contados e lembro-me muito bem da atitude nobre do entrevistado. Os fatos da atualidade estão para mostrar a diferença entre Koyu Iha e o que temos agora.
Valdomiro Trento - Santos


Exemplo de conduta
Se existe um político em nosso país, pelo qual podemos colocar a mão no fogo e não queimar, chama-se Koyu Iha, ex-prefeito de São Vicente, vereador, deputado estadual e deputado federal constituinte. Com caráter ilibado, bons princípios e ética, quando prefeito criou o intercâmbio de cidades irmãs com a Naha, no Japão e é sócio atuante na Associação Amigos de Naha, aqui, em São Vicente. Sua conduta deve-se à herança de seus ancestrais e à educação do povo japonês, que preza pela educação, moral e princípios. No seu curriculum político, não vemos nenhum deslize ou má conduta de gestão, tão presente nos dias de hoje. Pode-se notar que, há 40 anos, em um gesto de coerência política, renunciou a uma extensão de seu mandato de prefeito, fato inusitado naquela época. Parabéns Koyu Iha, nosso eterno deputado constituinte, nosso exemplo maior.
Mário Azevedo Alexandre - São Vicente


Rampa mal feita
Em 29/10/2019, enviei solicitação para a Ouvidoria do município pedindo uma solução para a rampa mal feita na esquina das ruas Humberto de Campos e Álvaro Alvim. A rampa obriga pessoas de idade se apoiarem no muro do prédio de nº 22 da rua Humberto de Campos ou pedirem ajuda para transitar pelo local. Mas, pelo visto e pela resposta, só tomarão providências depois que algo de pior aconteça com algum contribuinte. Aí, sim, a situação será resolvida, com despesas judiciais intermináveis para ambas as partes.
Cesar Tavares da Cunha - Santos


Sugestão
Gostaria de apresentar uma sugestão às autoridades encarregadas da vacinação contra Covid-19, em Santos. Não seria possível as várias faixas etárias serem divididas entre os seis dias da semana? Exemplo: idosos com 89 anos, na segunda; com 88 anos, na terça; com 87 anos, na quarta; com 86 anos, na quinta e com 85 anos, na sexta; deixando o sábado para a repescagem dos que não puderem se vacinar, como o Rio de Janeiro está fazendo? Entendo que assim seriam evitadas enormes aglomerações e tremendas confusões originadas pelo simples fato de permitir a todos irem, ao mesmo tempo, à porta das policlínicas, procurando pela vacina.
Roberto Luiz Cauduro - Santos


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