(Imagem ilustrativa/Reprodução/Pixabay) O Brasil inicia uma nova era para a educação superior com as novas normas regulatórias do Ministério da Educação (MEC). Esse movimento impacta milhões de estudantes, especialmente na Baixada Santista, por se tratar de um grande polo universitário. O redesenho será profundo no setor e impulsiona inovação, reposicionamento estratégico e compromisso renovado com a formação cidadã e profissional. Superar a antiga dicotomia entre ensino presencial e digital é apenas o começo. O novo regramento sinaliza que o futuro da educação está na integração entre ciência da aprendizagem, tecnologia e inovação, articuladas para formar estudantes preparados para um mercado dinâmico e exigente. A regulamentação transforma o mapa da oferta educacional brasileira, com três formatos oficiais: presencial, semipresencial e a distância. Todos com exigências mínimas de presencialidade, fim do tutor tradicional e foco em competências, habilidades e qualidade da aprendizagem. Enquanto parte do setor debate métricas de presencialidade, instituições com práticas pedagógicas avançadas já estruturam uma nova arquitetura de ensino, orientada por competências, indo além do modelo tradicional de disciplinas estanques. A mudança se consolida, especialmente, em cursos com alta densidade prática. Na São Judas, por exemplo, o curso de Medicina Veterinária atua com clínica cirúrgica em Santos e no Ceptas em Cubatão. O curso de Direito oferece atendimento gratuito à população com a Defensoria Pública e o Procon. Gastronomia inicia os alunos na cozinha industrial já no 1º semestre. O de Odontologia conta com clínica moderna e Cinema e Audiovisual opera um complexo laboratorial com estúdios de rádio e TV e presença ativa em festivais do Brasil e do mundo. Nesse novo paradigma, o ambiente profissional é também espaço formativo. A Metodologia Dual integra teoria e prática por meio de parcerias empresariais. Na São Judas, já são mais de 100 parcerias com Unidades Curriculares Duais (UC Dual), que colocam os estudantes diante de situações reais ao lado de profissionais do mercado. Além disso, tecnologias como realidade aumentada e virtual já fazem parte dos laboratórios da instituição, como nos cursos de TI, Engenharias e Jogos Digitais, por exemplo. O papel do docente deixa de ser transmissor de conteúdo e passa a ser mentor e designer de experiências. As novas regras são, sobretudo, uma oportunidade de qualificar a educação brasileira. A São Judas está pronta para esse futuro. *Thiciane Lins. Diretora adjunta da São Judas.