Imagem ilustrativa (Freepik) A Região Metropolitana da Baixada Santista possui uma economia diversificada e com excelente potencial de crescimento. Esse panorama impõe desafios para que possamos usufruir dos benefícios e é importante que haja capacitação de mão de obra qualificada para atendimento da crescente demanda. Depender apenas do Ensino Superior, para muitos uma alternativa inviável economicamente e lenta diante de certas urgências da comunidade, pode ser um risco à pretensão de crescimento econômico. Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Dessa forma, o Ensino Técnico surge como opção para sanar esse gargalo da força de trabalho. Cursos rápidos, com foco em habilidades práticas e tempo de conclusão curto, podem ajudar na busca por profissionais qualificados, garantir emprego e renda e impulsionar a região ao tão esperado desenvolvimento econômico. O Ensino Técnico é bem avaliado no Brasil e visto com bons olhos pelo setor empresarial. Mas ainda temos um caminho a ser percorrido em busca da excelência. Faltam investimentos para que as escolas possam capacitar melhor os alunos e o ensino privado precisa de maior fiscalização para garantir qualidade. Gestores públicos e privados são peças-chave nesse processo de melhoria do Ensino Técnico em nosso País. Senso de urgência nessa questão é essencial, pois a formação profissional deve começar na Educação Básica. Pelo menos na teoria, é o que veremos no novo Ensino Médio. A realidade da Baixada Santista nos traz a exigência de capacitação técnica em diversos segmentos, como serviços, porto, indústria, saúde e turismo. Estimular os jovens a conhecerem essas áreas para que possam fazer suas escolhas profissionais se torna essencial. Ofertar qualidade no ensino e formação de excelência certamente nos conduzirá ao objetivo. É preciso aproximar alunos e empresas, tanto em estágios como em visitas técnicas que ajudam na formação profissional. Devemos voltar nossos olhares para a formação dessa nova era. Preparar os alunos ao mercado de trabalho do futuro é essencial para que não haja atraso no desenvolvimento econômico. Áreas como segurança cibernética e setores verdes estão em alta. Em paralelo, segmentos tradicionais ainda têm a sua procura, como a área de enfermagem. Importante o alinhamento entre setores e futuros profissionais e aqueles em transição de carreira. O futuro está aí, buscando aqueles que desejam abraçá-lo.