<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.402748" attr-version="policy:1.402748:1767061799" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.402748/legacy_image_330803.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Imagem Ilustrativa/Pixabay)</span></p> <p data-end="324" data-start="0"><strong data-end="13" data-start="0">Segurança</strong><br data-end="16" data-start="13" /> Contra os criminosos ousados que tentam agir em diversos trechos dos dois sentidos do Rodoanel, trazendo insegurança a quem necessita utilizar a via, seja de dia, de noite ou de madrugada, sugerimos o reforço das viaturas da Polícia Militar Rodoviária e dos helicópteros da PM, dando segurança à população.</p> <p data-end="371" data-start="326"><em>Grupo de Proteção da Família e da Cidadania</em></p> <p data-end="620" data-start="373"><strong data-end="381" data-start="373">Água</strong><br data-end="384" data-start="381" /> Em plena comemoração de Natal, minha casa ficou sem uma gota de água nas torneiras. Não é possível uma prestação de serviço tão deficitária ser permitida. O que era para ser uma confraternização se tornou um trabalho de encher baldes.</p> <p data-end="661" data-start="622"><em data-end="659" data-start="622">Marcus Aurelio de Carvalho – Santos</em></p> <p data-end="1339" data-start="663"><strong data-end="683" data-start="663">Marinha Mercante</strong><br data-end="686" data-start="683" /> O Dia da Marinha Mercante, celebrado todo 28 de dezembro, homenageia o nascimento de seu patrono, Irineu Evangelista de Souza, o Visconde de Mauá, em 1813, nome fundamental para o desenvolvimento do setor no Brasil. Também comemoramos nesta data o trabalho essencial dos profissionais do transporte aquaviário para a economia brasileira, com o reconhecimento devido a oficiais, marítimos e outros que operam embarcações civis em atividades marítimas, fluviais e lacustres. Em nossas águas, enquanto a Marinha cuida da defesa da soberania nacional e da segurança na navegação, a Marinha Mercante viabiliza o transporte marítimo de cargas e passageiros.</p> <p data-end="1373" data-start="1341"><em data-end="1371" data-start="1341">Juliano Soares Lins – Santos</em></p> <p data-end="2174" data-start="1375"><strong data-end="1386" data-start="1375">Legado?</strong><br data-end="1389" data-start="1386" /> Não sou de esquerda nem de direita, pois esse País só voltará a ser sério quando os militares retomarem o poder. Na ditadura, indo do trabalho para casa e vice-versa, construí parte do meu patrimônio com muito trabalho, nunca participando de manifestações. A infeliz Diretas Já resultou nesta bagunça desenfreada que hoje vivemos. O brasileiro não aprendeu a viver em democracia. Sobre uma carta que li neste espaço, certamente o caderno de domingo deste jornal é insuficiente para elencar falcatruas, corrupções, perseguições e injustiças do presidente atual, que conheço desde meu tempo de Volkswagen, quando, como líder sindicalista, recebia afagos para promover greves úteis em tempo de vacas magras. Defender este estado de coisas que hoje vivemos é conivência ou mau-caratismo.</p> <p data-end="2217" data-start="2176"><em data-end="2215" data-start="2176">Roberto Motta de Sillos – São Vicente</em></p> <p data-end="2596" data-start="2219"><strong data-end="2232" data-start="2219">Fogos (1)</strong><br data-end="2235" data-start="2232" /> A Lei Estadual 17.389/21 proíbe comercialização e soltura de fogos de artifício com estampido, sob risco de multas de R\$ 5.553,00 para pessoa física e R\$ 14.808,00 a pessoas jurídicas, dobrando na reincidência. A legislação protege os idosos, pessoas com necessidades especiais, enfermos, animais de modo geral e todos que sejam sensíveis aos ruídos extremos.</p> <p data-end="2625" data-start="2598"><em data-end="2623" data-start="2598">Dener Sforzin – Guarujá</em></p> <p data-end="3209" data-start="2627"><strong data-end="2640" data-start="2627">Fogos (2)</strong><br data-end="2643" data-start="2640" /> Os fogos sem estampido oferecem um espetáculo maravilhoso, sem causar sofrimento a humanos e animais. Pesquisas falam na diminuição da reprodução de espécies aquáticas em regiões com excesso de barulho. O barulho de fogos dura segundos, mas o trauma que ele causa em animais e pessoas vulneráveis pode durar dias ou ser fatal. Em tempos de consciência ambiental e empatia, fica a pergunta: vale a pena manter uma tradição que machuca tantos? Está na hora de escolhermos espetáculos que brilhem no céu sem ferir quem vive na terra. Conscientizar é o primeiro passo!</p> <p data-end="3247" data-start="3211"><em data-end="3245" data-start="3211">Eduardo Ribeiro Filetti – Santos</em></p> <p data-end="3754" data-start="3249"><strong data-end="3257" data-start="3249">IPVA</strong><br data-end="3260" data-start="3257" /> Nada como um ano eleitoral para que os “presentes” comecem a ser dados. Tarcísio de Freitas, prestes a iniciar seu último ano como governador, isentou as motos até 180cc de pagar IPVA. Inicialmente, uma boa notícia a milhares de trabalhadores. Ocorre que, sem querer (ou não), ele também colocou água no chope alheio, já que na Baixada Santista haverá perda de R\$ 194 milhões em repasses. Não beneficiaria muito mais pessoas se essa renúncia fiscal financiasse o transporte coletivo gratuito?</p> <p data-end="3778" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3756"><em data-end="3778" data-is-last-node="" data-start="3756">Rubem Silva – Santos</em></p>