(Isabela Carrari) Segurança Na quinta-feira passada, um menor de idade que estava de bicicleta tentou roubar a corrente de um idoso, em plena luz do dia, em frente à praça do Sesc. Uma pessoa percebeu e interceptou o ladrão, impedindo o assalto. Essas e outras ocorrências têm sido frequentes nesta praça, área de grande movimentação de pessoas. A população já está cansada de tanta insegurança, tendo que agir com as próprias mãos. Esse conceito de meliantes que são “vítimas da sociedade” não faz sentido, pois coloca as pessoas em risco constante, devido à impunidade. Se faz necessário uma base policial permanente nesta praça, que possa intimidar esses criminosos, mesmo sendo menores de idade. Cristina Ferreira - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Justiça Há alguns anos, juízes, desembargadores, ministros do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal, quando distribuídos a eles processos em que constassem nomes de conhecido, amigo ou parente, logo se declaravam impedidos. Nesta terça-feira (27) é diferente, eles chamam os processos para si. Por que será? Hercules José Duppre - Santos Palavras matam Se as pessoas soubessem quantas palavras erradas destroem sonhos, relacionamentos e autoestima, teriam um filtro na garganta. Se nós não somos capazes de elogiar, apreciar, admirar ou amar, fiquemos de boca fechada, evitando dissabores. Nicola Di Virgilio - Santos Futebol O Santos segue demonstrando uma impressionante capacidade de não evoluir. Mudam-se nomes, discursos e expectativas, mas o futebol apresentado continua o mesmo que levou o clube à Série B. A sensação de repetição é constante. O elenco, com salários elevados, entrega pouco em campo. O comando técnico adota uma postura excessivamente cautelosa. As alterações são tardias e raramente mudam o rumo das partidas, dando a impressão de que as decisões chegam quando o jogo já está resolvido — normalmente contra o Santos. A diretoria, por sua vez, contribui para o cenário com escolhas difíceis de explicar. O conjunto da obra é preocupante. Com gestão frágil, elenco caro e desempenho limitado, o Santos volta a flertar perigosamente com a parte de baixo da tabela. A Série B deixa de ser um trauma do passado e passa a ser uma possibilidade real no presente. Arnaldo Luiz Corrêa - Santos Parem Trump No primeiro terço do século 20, Hitler foi nomeado chanceler da Alemanha e sua genocida história é de conhecimento de todos. Ninguém parou sua escalada para dominar o mundo e bem sabemos da maior tragédia da humanidade, que foi a Segunda Guerra Mundial. Passados quase cem anos de sua ascensão, surge a figura de Trump, adotando práticas similares em tempos modernos. Taxar nações por devaneio, tomar territórios que nunca lhe pertenceram, sequestrar presidente de país autônomo, roubar petróleo, deportar imigrantes como se fosse uma limpeza étnica e ordenar agentes do governo para disparar contra cidadãos são ações que se assemelham ao nazismo. Se ninguém parar Trump, os desdobramentos em escala mundial podem ser mais catastróficos do que já provamos. Silmar Gomes - Itanhaém Alexandre Pires O show do cantor Alexandre Pires, na Praia do Gonzaga, na noite do último domingo, foi sensacional, com pessoas de todas as idades dançando e cantando seus sucessos. O artista foi pontual e nem mesmo a chuva em determinado momento da apresentação estragou a festa. Parabéns a este grande intérprete da música brasileira pelo carisma e carinho com o público e à Prefeitura de Santos pelo evento, que assim como o show do cantor Alceu Valença, nesta segunda-feira (26), marcou o aniversário de 480 anos da Cidade. Luís Ferreira - Santos