<p data-end="18" data-start="0"><strong data-end="16" data-start="0">Política (1)</strong></p> <p data-end="813" data-start="20">Convivemos atualmente com dois personagens que em nada contribuíram, contribuem ou contribuirão. O daqui é o ex-presidente e agora presidiário, todo dia com um mimimi diferente, indo desde soluços a quedas de cama, além de pedidos de anistia e prisão domiciliar. Foi tão incompetente que, preso em casa, tentou romper a tornozeleira. Agora, quer o quê? Deveria parar de azucrinar o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. O outro personagem está nos EUA e acha que o mundo é só dele. Sequestrou Nicolás Maduro com o descaramento de que o petróleo venezuelano é só para ele e diz que a Groenlândia e o Canadá serão dele também. Pasmem, o mundo virou de ponta-cabeça e as Nações Unidas se tornaram uma piada pronta. Tudo isso com humanoides adorando esses dois seres inúteis.</p> <p data-end="856" data-start="815"><em data-end="854" data-start="815">Antonio Sergio de Jesus – São Vicente</em><br /> <br /> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n" style="color: rgb(0, 136, 204); text-decoration-line: none; font-family: "Lucida Grande", "Lucida Sans", geneva, arial, sans-serif; font-size: 12px; background-color: rgb(238, 238, 238);">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a></p> <p data-end="876" data-start="858"><strong data-end="874" data-start="858">Política (2)</strong></p> <p data-end="1380" data-start="878">Dou muita risada quando vejo missivas engraçadas e cheias de amor dos esquerdistas! Eles se esquecem tão rápido das coisas, como o fato de que já tivemos vários presidiários com direito a ar-condicionado e outros privilégios neste País. Alguns foram até descondenados, mesmo depois de inúmeros julgamentos no STF, e davam entrevistas, recebiam visitas de toda espécie e a qualquer hora. Gente que xingava o Supremo e hoje é protegido. Aí vejo esquerdista falar em democracia. Onde? No mundo de Bobby?</p> <p data-end="1413" data-start="1382"><em data-end="1411" data-start="1382">André Durante – São Vicente</em></p> <p data-end="1427" data-start="1415"><strong data-end="1425" data-start="1415">Macuco</strong></p> <p data-end="2019" data-start="1429">Há pelo menos um mês, dois poços de visita na Rua Santos Dumont, entre a Rua José do Patrocínio e o Canal 4, no Macuco, em Santos, estão com vazamento incessante de esgoto, contaminando a rede de drenagem, o canal e o mar. Tem mais: desde abril de 2025, a rua passa por obras e por isso está sem pavimento. Resultado: poeira, lama, água fétida, detritos, entulhos, sujeira de todo tipo. A placa informa que as obras são executadas pela Prefeitura com recursos do Governo Federal e se encerrariam em fevereiro próximo. A julgar pelo caos instalado, difícil crer no cumprimento desse prazo.</p> <p data-end="2060" data-start="2021"><em data-end="2058" data-start="2021">Wagner de Alcântara Aragão – Santos</em></p> <p data-end="2086" data-start="2062"><strong data-end="2084" data-start="2062">Homenagem a Santos</strong></p> <p data-end="2800" data-start="2088">Ilha, terra, vila de todos os santos. Berço de Andradas, Fontes, Carvalhos e Chorões. Guardiã de segredos nas ondas do mar, onde o sol dá bom dia, ilumina canais, esquinas e guia pescadores e almirantes na estreita barra. Do Serrat aos cais, belezas em vielas, becos e trilhos do Valongo. No eco das igrejas, nas escadas no bondinho do Monte, nos azulejos das casas e bodegas. Em poemas, preces a Bento e Terezinha. Nos cafés, da Bolsa ao Gonzaga, encontros e xícaras. Na Vila Belmiro, pura paixão, onde Pelé, Neymar e Zito vestiram o manto sagrado. No vaivém das marés, tudo é mais que tudo. Sentimento de na cidade ter sido criado e sentir nas veias o orgulho de ser santista de coração. Essa é a minha casa!</p> <p data-end="2849" data-start="2802"><em data-end="2847" data-start="2802">José Alves Rodrigues Filho – Rio de Janeiro</em></p> <p data-end="2866" data-start="2851"><strong data-end="2864" data-start="2851">Editorial</strong></p> <p data-end="3710" data-start="2868">Sobre o editorial do último domingo, pondero que seria oportuno se ele fosse além de confundir gasto público com investimento social, sobretudo quando se ancora a questão nas condições fiscais. O que dizer dos saques promovidos pelos congressistas ao erário público? Afinal, o Legislativo também governa por aqui. O que dizer da dificuldade em taxar os super-ricos? Acreditar que a privatização do serviço público é solução para o crescimento do País, num regime ainda oligárquico e desigual, é limitar a figura do País aos interesses desses super-ricos, aumentando o desnível socioeconômico. Reformas que objetivem uma menor presença do Estado na economia são fundamentos que precisam ser analisados com critério. Acredito que está mais que provado atualmente que o que é bom para os EUA, incluindo a gestão Trump, não é bom para o Brasil.</p> <p data-end="3750" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3712"><em data-end="3750" data-is-last-node="" data-start="3712">José Higino Sant’Anna Pérez – Santos</em></p>