<p data-end="15" data-start="0"><strong data-end="15" data-start="0">São Vicente</strong></p> <p data-end="661" data-start="17">Moro na Avenida Padre Manuel da Nóbrega, no Itararé, em São Vicente, e sempre houve na esquina dessa via com a Avenida Marechal Deodoro uma caçamba de lixo para os moradores da região deixarem seus lixos domésticos. Porém, de tanto as pessoas em situação de rua mexerem no equipamento, uma das rodas acabou quebrando. O resultado? Simplesmente retiraram a caçamba e não devolveram mais. Agora depositamos o lixo todo no chão e a praça se tornou um depósito de lixo e de pessoas em situação de rua. E a nossa Prefeitura, que não responde a nenhuma missiva, nada resolve. O pior é que pagamos um dos maiores valores de IPTU da Baixada Santista.</p> <p data-end="694" data-start="663"><em data-end="692" data-start="663">André Durante - São Vicente</em><br /> <br /> <a href="https://www.whatsapp.com/channel/0029Va9JSFuGehEFvhalgZ1n">Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp!</a><br /> </p> <p data-end="715" data-start="696"><strong data-end="715" data-start="696">Método fascista</strong></p> <p data-end="1410" data-start="717">O neofascista apela para a lacração porque, para ele, qualquer besteira é suficiente para vencer um debate civilizado. Quando isso não basta, apela às ofensas chulas. Assim, insultar o presidente da República ou afirmar que o Supremo Tribunal Federal rasga a Constituição sem apontar um único fato que sustente tais calúnias, fundamentadas apenas no pântano do “todo mundo sabe” ou do “ouvi dizer”, seriam suficientes na opinião da extrema-direita para lacrar o debate. Mas isso que atualmente é chamado de lacração, há mais de um século, é aplicado pelos mesmos fascistas para interdição ao debate. Por isso, os eleitores devem estar atentos para não sermos ludibriados por esses falsários.</p> <p data-end="1436" data-start="1412"><em data-end="1434" data-start="1412">Mauro Silva - Santos</em></p> <p data-end="1446" data-start="1438"><strong data-end="1446" data-start="1438">Água</strong></p> <p data-end="2225" data-start="1448">Causou indignação aos moradores do Condomínio Juan Les Pins, na Pompeia, em Santos, passar o Réveillon com torneiras vazias, pois a água não apareceu. A Sabesp explicou com um repertório previsível: calor excessivo, muitos turistas e mananciais prejudicados por muita chuva. Desde 2023, o roteiro se repete: chegam as festas, a água vai embora. Em 2025, a empresa divulgou investimentos de R\$ 2 bilhões, um valor que impressiona, mas não enche caixas d’água nem devolve dignidade à população. Enquanto isso, o mercado paralelo floresce: um caminhão com 20 mil litros custava R\$ 1,8 mil em novembro e saltou para R\$ 4,2 mil após 20 de dezembro. Para finalizar, entre 29 de dezembro e o último dia 4, nenhum canal da Sabesp respondeu às nossas dezenas de tentativas de contato.</p> <p data-end="2263" data-start="2227"><em data-end="2261" data-start="2227">Luiz Ernesto Figueiredo - Santos</em></p> <p data-end="2276" data-start="2265"><strong data-end="2276" data-start="2265">Mangues</strong></p> <p data-end="2829" data-start="2278">Reportagem publicada pelo Estadão no sábado apontou os mangues de Santos e São Vicente como um dos lugares mais sujos e poluídos do mundo! Resultado de ações e inações das autoridades políticas locais por décadas. Agora, estão construindo casas sobre a área de mangue e seu entorno a preços de Leblon, com manutenção de mais de 20 mil pessoas assentadas nessa região insalubre, que sempre foi Área de Proteção Ambiental (APA) ou Área de Preservação Permanente (APP). Onde estão os órgãos e autoridades estaduais e federais que poderiam impedir isso?</p> <p data-end="2856" data-start="2831"><em data-end="2854" data-start="2831">Rafael Munoz - Santos</em></p> <p data-end="2881" data-start="2858"><strong data-end="2881" data-start="2858">Invasões americanas</strong></p> <p data-end="3753" data-start="2883">Os EUA têm causado muitos transtornos e deixado o mundo em alerta devido à truculência e ousadia em desafiar a todos com ganância e prepotência, querendo fazer das nações um anexo sob seus domínios. Todos sabem que o olho grande do americano se volta às terras brasileiras por nossa riqueza mineral, vegetal e grande espaço físico. Por isso, ele ousou se intrometer em nossa democracia e fez declarações de insatisfação e ameaças, descontente com o resultado de nossas eleições. Não que ele morra de amores pelo derrotado, mas sim pelo seu interesse em nossas riquezas. Vários países já foram vítimas da ganância americana, como Venezuela, Síria, Iraque, Irã, Nigéria, Iêmen e Somália, e outras vítimas virão. O que mais chateia é ver muitos políticos brasileiros apoiarem esse ação americana, não cumprindo o compromisso e o dever de lutar e respeitar o nosso Brasil.</p> <p data-end="3784" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3755"><em data-end="3784" data-is-last-node="" data-start="3755">Paulo Lacerda - São Vicente</em></p>