<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.472148" attr-version="policy:1.472148:1753799126" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.472148/Design sem nome - 2025-07-29T112504.880.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Divulgação)</span></p> <p data-end="1245" data-start="186"><strong data-end="202" data-start="186">Dia do Samba</strong><br data-end="205" data-start="202" /> O samba nunca foi só um ritmo, foi e é resistência. Nasceu nas rodas de quintal, nos terreiros, nas vozes que transformam dor em canto. De mãos calejadas, surgiu um idioma do corpo e do coração: cada compasso, uma história; cada verso, uma promessa de futuro. Subiu morros, ganhou ruas, formando comunidades que costuraram identidade com pandeiros, ensaios e fantasias. As Escolas de Samba nasceram como lares onde se canta, se ensaia e se pertence. O reconhecimento veio, mas tarde; o verdadeiro valor sempre esteve no povo. Em Santos há 63 anos ininterruptos, e em tantas cidades, o dois de dezembro é lembrar que o samba persiste porque foi cuidado pelos Mestres, pelas mães, pelas gerações que não deixaram a música morrer. Enquanto houver alguém para bater palma ou puxar um verso, o samba seguirá vivo: memória, resistência e alegria. Celebremos o samba: não só o som, mas os laços que unem e revelam as nossas raízes. Salve dois de dezembro o Dia Nacional do Samba, patrimônio imaterial de nossa Cultura.<br data-end="1219" data-start="1216" /> <em data-end="1245" data-start="1219">Jorge Fernandes - SANTOS</em></p> <p data-end="2382" data-start="1247"><strong data-end="1267" data-start="1247">A natureza cobra</strong><br data-end="1270" data-start="1267" /> Lembro-me das caminhadas à beira mar. Um tempo em que o mar parecia uma promessa distante além da Rua Carlos de Campos, na Ponta da Praia. A areia era farta, um tapete generoso que se estendia. Hoje, a história é outra. Mal se chega ao Aquário sem sentir o avanço implacável das águas. A paisagem não mudou: ela encolheu. O mar voltou a reclamar o que é seu. No Embaré, o sinal é ainda mais explícito: para acessar a faixa de areia, há uma rampa, uma cicatriz de concreto. É o testemunho silencioso de que o chão, antes firme, cedeu pouco a pouco ao avanço marinho. A natureza é paciente, mas observa com atenção. E quando decide fazer a cobrança, não há margem para negociação. Ela devolve o desequilíbrio na mesma medida em que foi agredida: às vezes com a fúria estrondosa das ondas, outras, com o silêncio inquietante de um caminho que simplesmente desaparece sob a maré. Talvez ainda haja um último instante para aprender a conviver, e não a conquistar. Para enfim entender que o mar, a areia e o vento não nos pertencem. Somos nós que, humildemente, pertencemos a eles.<br data-end="2348" data-start="2345" /> <em data-end="2382" data-start="2348">Gilberto Pereira Tiriba - SANTOS</em></p> <p data-end="3308" data-start="2384"><strong data-end="2399" data-start="2384">Autoescolas</strong><br data-end="2402" data-start="2399" /> Concordo com o Contran e o governo que estabelecerem o fim das autoescolas para obtenção da carteira de habilitação, permitindo que as aulas sejam flexíveis. Porém, o governo federal deveria acionar o Ministério da Educação para obrigar as escolas a seguirem a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) para ministrarem aulas sobre educação no trânsito em todas as séries escolares. Temos um verdadeiro caos no trânsito em todas as cidades brasileiras e o índice de mortes supera o número de países em guerra. Estatísticas comprovam que a imprudência e negligência dos motoristas combinados com a falta de educação e noção dos pedestres são fatores que nos levam a ser o 5° país mais violento do mundo no trânsito. É hora de as escolas pararem de lamentar a morte de alunos e professores no trânsito para agirem de forma construtiva e direta nas causas do problema.<br data-end="3272" data-start="3269" /> <em data-end="3308" data-start="3272">Daniel Marques - VIRGINÓPOLIS (MG)</em></p> <p data-end="3830" data-start="3310"><strong data-end="3326" data-start="3310">Universidade</strong><br data-end="3329" data-start="3326" /> O governo federal enviou ao Congresso projeto de lei que cria a Universidade Federal do Esporte. A Prefeitura de Santos e outros segmentos da sociedade poderiam se unir e se articular, para que a cidade seja contemplada com unidade ou campus da nova instituição. Temos história, tradição, infraestrutura e talentos desportivos. A Universidade do Esporte em Santos geraria pesquisa, ciência, tecnologia, desenvolvimento, inclusão social, saúde e emprego e renda.<br data-end="3793" data-start="3790" /> <em data-end="3830" data-start="3793">Wagner de Alcântara Aragão - santos</em></p>