<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.418780" attr-version="policy:1.418780:1733876905" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.418780/legacy_image_356979.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Marcello Casal Jr/Agência Brasil)</span></p> <p data-end="540" data-start="0"><strong data-end="16" data-start="0">Política (1)</strong><br data-end="19" data-start="16" /> Com a chegada do pluripartidarismo, uma nova classe de políticos apareceu na Câmara e no Senado. No Centrão, seus integrantes correm para o lado que mais oferece, sem nenhuma preocupação com o povo. Fazem do seu mandato a maior feira de barganha existente no País. Este grupo e a reforma constitucional feita pelo ilustre Ulysses Guimarães são os maiores responsáveis pela nossa atual situação. Certos são os países que contam somente com os políticos do “contra” e “a favor”.<br data-end="498" data-start="495" /> <em data-end="538" data-start="498">– Sérgio da Rocha Soares Filho, Santos</em></p> <p data-end="1183" data-start="542"><strong data-end="558" data-start="542">Política (2)</strong><br data-end="561" data-start="558" /> O Congresso, como nunca antes, tem sido corporativista, submisso a demandas lobistas e oposicionista a qualquer custo, independente do mérito da pauta, exceto quando a vontade popular se manifesta nas ruas. Esbravejam que o Governo Federal tem que parar de gastar, mas isso não ecoa entre os próprios congressistas e suas benevolências. Por exemplo: nosso virtuoso agronegócio, que bate recordes de produção, exportação e representa 25% do PIB brasileiro, necessita de benefícios fiscais de R\$ 500 bilhões e vantagens na declaração anual de rendimentos? Algo está muito errado.<br data-end="1141" data-start="1138" /> <em data-end="1181" data-start="1141">– Juan Manuel Villarnobo Filho, Santos</em></p> <p data-end="2026" data-start="1185"><strong data-end="1196" data-start="1185">Futebol</strong><br data-end="1199" data-start="1196" /> A primeira partida do Santos contra o Palmeiras, que até 1942 se chamava Palestra Itália e mudou de nome durante a Segunda Guerra Mundial, ocorreu em 3 de outubro de 1915 e terminou com goleada do Alvinegro por 7 a 0, no Velódromo, em partida amistosa. O Santos jogou com Ciro Werneck; Américo e Urbano Caldeira; Pereira, Oscar e Ricardo; Aranha, Ary Patusca, Anacleto Ferramenta, Agostino Marba e Arnaldo Silveira. Os autores dos gols foram Anacleto Ferramenta (duas vezes), Ary Patusca (três), Aranha e Arnaldo Silveira. O curioso é que os nomes de todos os atacantes santistas começavam com a letra A. O Peixe já enfrentou o Palmeiras em 344 oportunidades, sendo 115 delas no Estádio Urbano Caldeira, onde os números são favoráveis ao Peixe, com 48 vitórias, 21 empates e 46 derrotas.<br data-end="1989" data-start="1986" /> <em data-end="2024" data-start="1989">– Guilherme Gomez Guarche, Santos</em></p> <p data-end="2599" data-start="2028"><strong data-end="2047" data-start="2028">Brasil à deriva</strong><br data-end="2050" data-start="2047" /> Lula, em campanha para a reeleição, declarou na Indonésia que “os traficantes são vítimas dos consumidores”, contrariando o país anfitrião, que adota “tolerância zero ao consumo de drogas”. Lá, por sinal, dois traficantes brasileiros foram fuzilados em 2015. Depois, tentou se corrigir. Agora, o Governo Federal não atendeu ao apelo do Governo do Rio de Janeiro para o combate às drogas nas comunidades e tivemos mais de 100 mortes. O Brasil sempre será o país da impunidade, onde o crime compensa.<br data-end="2551" data-start="2548" /> <em data-end="2597" data-start="2551">– Humberto Schuwartz Soares, Vila Velha (ES)</em></p> <p data-end="3340" data-start="2601"><strong data-end="2618" data-start="2601">Violência (1)</strong><br data-end="2621" data-start="2618" /> Há uma tentativa, na minha opinião destrambelhada, de classificar as organizações criminosas como terroristas. Em uma das mais vergonhosas estratégias políticas acontecidas nos últimos anos, sem medo de errar, o governador do Rio enviou um relatório ao governo norte-americano, em janeiro deste ano, pedindo o enquadramento dessas organizações como terroristas. Os sinais são claros: a extrema-direita passou a verbalizar, como um mantra, que as organizações criminosas são terroristas, buscando, mais uma vez, desestabilizar o país. Esses atos representam a mais rasteira forma de se fazer política, pois a preservação da soberania nacional é trocada por interesses próprios.<br data-end="3300" data-start="3297" /> <em data-end="3338" data-start="3300">– Marcus Aurelio de Carvalho, Santos</em></p> <p data-end="3785" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3342"><strong data-end="3359" data-start="3342">Violência (2)</strong><br data-end="3362" data-start="3359" /> Tempos atrás, o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, que gosta de ser engraçadinho, tirou um sarro de São Paulo após a cidade ter perdido os jogos de futebol americano da NFL para a capital fluminense. Agora, diante dessa violência diária e da insegurança total que a cidade vive, com cenas que se assemelham ao que observamos em Gaza, pergunto ao prefeito: como rir de alguma coisa?<br data-end="3753" data-start="3750" /> <em data-end="3785" data-is-last-node="" data-start="3753">– Zureia Baruch Jr., São Paulo</em></p>