(Divulgação/Pixabay) Festejos juninos Em tempos passados, datas como o Dia de Santo Antônio, celebrado todo 13 de junho, contavam com fogueira acesa das 18h até a madrugada, batata-doce assando na brasa, pinhão, canjica e quentão. Hoje, não temos mais fogueiras e canjicas, quentões e outras receitas juninas ficaram para trás porque ninguém mais sabe fazê-las. Até mesmo as quadrilhas que as vizinhanças faziam já não existem. Algumas cidades, como Praia Grande, ainda comemoram essa data. Já em Guarujá, que tinha uma praça considerada a maior para festejos juninos, ninguém mais sai de casa para isso, com medo da violência. Será que um dia, quando derem um fim à marginalidade e bandidos deixarem de ser soltos no mesmo dia, teremos nossos festejos novamente? Josemilton de S. e Silva - Guarujá Diferenças Sugiro ao leitor Humberto Schuwartz Soares checar suas informações antes de replicar inverdades. Uma rápida consulta ao Portal da Transparência nos mostra os gastos com viagens do ex-presidente Jair Bolsonaro. Só no cartão corporativo, foram mais de R\$ 17 milhões em hospedagens, sendo R\$ 1,7 milhão em um único hotel da nossa região. A agência Reuters também derruba a “narrativa” da hospedagem somente em embaixadas, propagada pelos seguidores do referido ex, e informa que numa só ocasião, em 2021, a conta de um hotel cinco estrelas em Nova Iorque ficou em mais de R\$ 3 milhões. Quanto à comitiva, a primeira-dama Michelle não viajava sem seu maquiador. Não gosto do governo atual, mas gosto menos ainda de mentiras e de quem faz questão de espalhá-las. William Clarindo Rangel - Santos PT e Galípolo Mesmo tendo sido indicado por Lula, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, está se mostrando um excelente zelador do poder de compra da moeda, não aderindo ao disfarce da gastança do governo que persegue a redução da taxa básica de juros a canetadas, como fez Alexandre Trombini na desastrosa gestão da ex-presidente Dilma, que quase levou o país para o buraco. Silvio Rodrigues - Santos Roberto Sion A Casa das Culturas continua promovendo grandes eventos e valorizando, sobretudo, o artista com história em Santos, como o ator Nuno Leal Maia. No último dia 14, foi a vez do maestro Roberto Sion, entrevistado pelo empresário e compositor Geraldo Pierotti e pelo poeta e curador da casa, Flávio Viegas Amoreira. Sion contou sua trajetória na música popular e seu trabalho com vários artistas, incluindo Vinícius e Toquinho. Foi maestro titular da Orquestra Jovem Tom Jobim desde sua fundação e participou do grupo Pau Brasil, que influenciou gerações de jovens a se dedicarem à música instrumental. Uma história de vida dedicada à música, privilegiando a flauta e o saxofone, com bela sonoridade, digno dos grandes mestres. Parabéns à Casa das Culturas pela promoção de eventos e ao Grupo <FI5>Tribuna </FI>pela divulgação. Obed Zelinschi de Arruda - Santos Contentores Em muitas oportunidades critiquei a quantidade insuficiente de contentores de lixo, principalmente nas regiões de grande concentração populacional em Santos, incluindo comércio. Resido na Rua Tolentino Filgueiras, onde há muitos restaurantes, e vejo o excedente de lixo ficar jogado no chão, do lado de fora do contentor, com mau cheiro. Felizmente, no trecho onde resido, entre a Av. Ana Costa e a Rua Bahia, ultimamente a empresa tem feito duas coletas por dia e isso resolveu o problema. Torço para que essa alternativa seja aplicada em outras ruas e volto a sugerir: em locais de grande movimentação de pessoas, como o coração do Gonzaga, há necessidade permanente de um colaborador nas ruas, assim como é feito com sucesso há muitos anos no Centro de Curitiba. Jorge Coelho - Santos