(Alexsander Ferraz/ AT) Portus e Iprev Essas duas siglas representam milhares de pessoas que investiram para uma aposentadoria digna. Contudo, infelizmente, o primeiro já está há anos com dificuldades para cumprir seus objetivos e compromissos, enquanto o segundo vai aos poucos caminhando para o mesmo destino, em meio à terceirização implantada pelos últimos prefeitos de Santos. Digo isso porque os funcionários terceirizados não prestam concursos e não contribuem para o Iprev, mas são pagos com recursos públicos. Ao ocuparem vagas de servidores concursados, os terceirizados diminuem a base de sustentação das pensões e aposentadorias, pois são contratados por CLT. Rubem de Carvalho Pereira Silva – Santos Rodoviária Quando será que alguém colocará algo nas cadeiras da Rodoviária de Santos que impeça o barulho excessivo? Fico imaginando como os funcionários da lanchonete lidam o dia inteiro com um barulho terrível quando alguém arrasta uma cadeira para cá e para lá. Outro dia, falei com um comerciante sobre isso e ele concordou que está muito difícil escutar direito. Sandra Regina Martins – Santos Riqueza oceânica Relevante a abordagem de Flávia Nico sobre a relação porto-oceano, publicada ontem. O artigo complementa questões como obras costeiras, transportes, cargas e outros problemas que circunvizinham a dinâmica dos portos com a devida ênfase e vanguarda do sistema aquaviário. Destaco os trabalhos de ensino e pesquisa da Escola Politécnica e do Instituto de Oceanografia da USP, que, juntamente com outros cursos públicos relacionados a esse tema em Santos, contribuíram para familiarizar os técnicos do Porto e centenas de pessoas. Mas o fato é que ainda conhecemos muito pouco os oceanos. Aluísio de Souza Moreira – Santos Meio ambiente Enquanto Cubatão ganha selo de cuidado com a natureza devido ao trabalho na Serra do Mar, com aquela floresta exuberante, a área urbana do Município vive muitas vezes um “arboricídio”, com a destruição e mutilação de árvores de forma sistemática por parte do Município e de empresas, principalmente de energia elétrica, logística e transporte ferroviário. Já vi em Cubatão árvores serem cortadas para que o solo fosse cimentado ou asfaltado, criando ilhas de calor na Cidade. Moésio Rebouças – Cubatão Casa das Culturas A Casa das Culturas de Santos “assopra” a primeira velinha amanhã, dia em que completará um ano de atividades, sob a curadoria do poeta e escritor Flávio Viegas Amoreira, que vem realizando um belíssimo e rico trabalho. Participo dos eventos desde a inauguração e acompanho a crescente procura de interessados pela programação semanal aos sábados, que se inicia com a tradicional oficina literária das 15 horas. Desde o início do ano, fomos presenteados com o Projeto Luso Verso, Sarau da Cidade e Paulistano da Casa das Rosas; apresentação musical Porto de Sonhos; bate-papo com o ator santista Nuno Leal Maia; filmes Cólera e O Poeta de Euclydes; o tenor Wanderson, entre outros. E vamos à comemoração de aniversário com o Grupo Cantos Literários, com a apresentação do Sarau Choros e Cantorias, às 16h30, na Rua Sete de Setembro, 49. Míriam Santiago – Santos Política A narrativa de golpe em 8 de Janeiro, com sorveteiro e pipoqueiro, sem armas, sem líder, é abusar da capacidade do eleitor consciente. Bolsonaro estava fora do Brasil e, se quisesse dar golpe, daria quando estava na Presidência. Os baderneiros da esquerda de 2017 não foram condenados e estão livres. Por que Bolsonaro está inelegível? Reunião com embaixadores? A conclusão é que o golpe não aconteceu em 8 de janeiro de 2023, e sim nas eleições de 2022. As manifestações na Av. Paulista mostram o apoio popular. É desumano manifestantes estarem presos há mais de dois anos. Gilberto Ruas – Santos