<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.361737" attr-version="policy:1.361737:1699414923" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.361737/legacy_image_280555.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Pixabay)</span></p> <p data-end="558" data-start="167"><strong data-end="181" data-start="167">Faixa azul</strong><br data-end="184" data-start="181" /> O vereador santista Fábio Mello (PSOL) apresentou projeto de lei criando a Faixa Azul para motos, motonetas e veículos similares. Espero que nesse projeto a faixa esteja na extrema esquerda, como ocorre em São Vicente, e não como foi implantada em São Paulo, no meio do trânsito de automóveis e caminhões. A lógica e o bom senso agradecem.<br data-end="526" data-start="523" /> <em data-end="558" data-start="526">Pedro dos Santos Neto – Santos</em></p> <p data-end="878" data-start="560"><strong data-end="569" data-start="560">Putin</strong><br data-end="572" data-start="569" /> Putin, o tiraninho queridinho da esquerda e da direita, abraça Maduro, Ortega e Lula e, ao mesmo tempo, Trump, Orbán e Bolsonaro. É um mestre da política, vive no luxo e se perpetua no poder com os métodos stalinistas. Um verdadeiro malabarista, o melhor de todos os tempos...<br data-end="851" data-start="848" /> <em data-end="878" data-start="851">Moésio Rebouças – Cubatão</em></p> <p data-end="1458" data-start="880"><strong data-end="892" data-start="880">Política</strong><br data-end="895" data-start="892" /> A pulhice perambulou pela Câmara dos Deputados no dia 7, quando 270 parlamentares aumentaram de 513 para 531 a quantidade de deputados. Eles fazem isso certos de que nossa passividade é ilimitada e que não haverá reação à altura. Mas temos obrigação de mostrar indignação e rechaçar essa decisão de forma pacífica, mas contundente, numa demonstração de que o Brasil é do povo de bem e não de quem gravita em torno do poder para saciar seus desejos inconfessáveis e pautas corporativas. Você, eleitor, é quem deve decidir.<br data-end="1419" data-start="1416" /> <em data-end="1458" data-start="1419">Juan Manuel Villarnobo Filho – Santos</em></p> <p data-end="2093" data-start="1460"><strong data-end="1474" data-start="1460">Dois fatos</strong><br data-end="1477" data-start="1474" /> Em destaque, dois fatos consequentes da insatisfação com o processo eleitoral em 2022. No “golpe” dos embandeirados, em 8 de janeiro de 2023, o destaque foi a devido à pichação “perdeu, mané” em uma estátua, feita por uma mulher, com batom. Ela foi enquadrada em cinco transgressões e aprisionada durante dois anos. Arrependida, pediu desculpas, mas continuou presa. Em 13 de julho de 2023, no congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE), foi proferida, por um dos controladores do processo eleitoral, a grave frase “nós vencemos o bolsonarismo” e nada aconteceu.<br data-end="2048" data-start="2045" /> <em data-end="2093" data-start="2048">Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha (ES)</em></p> <p data-end="2845" data-start="2095"><strong data-end="2108" data-start="2095">Telefones</strong><br data-end="2111" data-start="2108" /> No passado, o telefone era preso a um fio na parede. Só podíamos usá-lo em um canto da casa, sem mobilidade, sem aplicativos, sem internet. Ainda assim, muitos diriam que éramos mais livres. Naquela época, ninguém esperava uma resposta imediata. O tempo corria com mais calma, mais paciência. As conversas aconteciam com voz, pausas e escuta atenta. A mente descansava, longe das notificações e corpo estava presente no agora. Hoje, carregamos o telefone no bolso ou até no pulso. Estamos sempre disponíveis, sempre conectados e, paradoxalmente, cada vez mais ausentes de nós mesmos e dos outros. Estar offline virou um luxo. Talvez a verdadeira liberdade não esteja na mobilidade, mas na escolha.<br data-end="2811" data-start="2808" /> <em data-end="2845" data-start="2811">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="3592" data-start="2847"><strong data-end="2860" data-start="2847">Melhorias</strong><br data-end="2863" data-start="2860" /> Anos atrás, escrevi algumas queixas para esta coluna que certamente foram lidas pela Prefeitura de Guarujá, que à época arrumou os problemas da Av. Guarujá, como poda de árvores, tão em falta que prejudicava a iluminação. Contudo, agora parece que está tudo pior, pois as árvores ficaram ainda maiores. Falei também sobre as lombadas sem pintura adequada, mas não vi melhorias quanto a isso. Devido à minha saúde, não tenho como ir na Prefeitura reclamar com os responsáveis. Lembro que, na década de 1970, os fiscais da gestão andavam de bicicleta pelos bairros, anotavam o que precisava de reparos e o serviço era feito. Os administradores dessa época já se foram e deixaram saudade.<br data-end="3551" data-start="3548" /> <em data-end="3592" data-start="3551">Josemilton de S. e Silva – Guarujá (SP)</em></p>