<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.6299" attr-version="policy:1.6299:1761004235" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.6299/legacy_image_258747.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Matheus Tagé/Arquivo AT)</span></p> <p data-end="17" data-start="0"><strong data-end="17" data-start="0">Agradecimento</strong></p> <p data-end="667" data-start="19">Completo nesta semana mais um ano de vida e quero deixar público um agradecimento à Santa Casa da Misericórdia de Santos. Nasci em Natal (RN), sendo o quinto filho da família Souza e Silva, que veio para Guarujá no final de 1953. Meu pai passou a trabalhar na Prefeitura em 1954, onde conheceu o sr. Antonio Baraçal, que o ajudou em uma missão: viabilizar uma complexa operação para mim, pois a sola do meu pé esquerdo era voltada para cima. Após contatos com o então político Athié Jorge Cury, fui internado na Santa Casa, onde foi feita a cirurgia. Por isso, meus eternos e sinceros agradecimentos à Santa Casa, que carrego dentro do meu coração.</p> <p data-end="705" data-start="669"><em data-end="705" data-start="669">Josemilton de S. e Silva – Guarujá</em></p> <p data-end="718" data-start="707"><strong data-end="718" data-start="707">Memória</strong></p> <p data-end="989" data-start="720">Em artigo publicado no dia 1º, Sebastian Levati destacou a importância da memória, das lembranças do passado e de uma imprensa livre para evitar uma ditadura. Mensagem importante no Brasil e no exterior. Sem passado, não há presente de convivência e futuro de convívio.</p> <p data-end="1023" data-start="991"><em data-end="1023" data-start="991">Pedro Paulo A. Funari – Santos</em></p> <p data-end="1037" data-start="1025"><strong data-end="1037" data-start="1025">Mentiras</strong></p> <p data-end="1497" data-start="1039">Se mentira tem perna curta, o clã Bolsonaro já rasteja há muito tempo. O que antes era tortura, ruído de ar-condicionado e móveis batendo em sua cabeça, agora se desfaz. Descobre-se que tudo não passou de mentiras contadas. O ex-presidente inelegível e presidiário estaria coordenando, de dentro da prisão, a candidatura de seu primogênito, Flávio Bolsonaro. No fim, a narrativa desmorona e o que sobra é o velho roteiro: vitimismo, farsa e ambição de poder.</p> <p data-end="1536" data-start="1499"><em data-end="1536" data-start="1499">Marcus Aurelio de Carvalho – Santos</em></p> <p data-end="1555" data-start="1538"><strong data-end="1555" data-start="1538">Cães na praia</strong></p> <p data-end="2208" data-start="1557">Após minha última carta, várias manifestações de leitores confirmaram que o problema envolvendo cães na praia de Santos é frequente e disseminado. Os próprios dados oficiais já demonstram: não há fiscalização efetiva. A presença de cães na faixa de areia segue livre e cotidiana. É questão de saúde pública e de respeito às regras. Falta fiscalização, mas falta também divulgação. Muitos turistas claramente desconhecem a proibição, o que revela ausência de campanhas educativas e sinalização adequada por parte da Prefeitura de Santos. A lei existe e precisa ser cumprida. Que haja uma atuação efetiva das autoridades para proteção do espaço público.</p> <p data-end="2249" data-start="2210"><em data-end="2249" data-start="2210">Valter Domingos Branco Filho – Santos</em></p> <p data-end="2266" data-start="2251"><strong data-end="2266" data-start="2251">Construções</strong></p> <p data-end="2978" data-start="2268">Pouco ou quase nunca me manifesto nesta coluna, mas a leio diariamente, inclusive com militantes se digladiando em defesa do Lula e do Bolsonaro, que sequer sabem da existência desses defensores. Só que, enquanto isso ocorre, Santos é invadida pela indústria da construção e, com anuência das autoridades, transformada em uma cidade absolutamente verticalizada, sem ventilação adequada nos apartamentos. Hoje, o município tem 63% de verticalização, situação que tende a aumentar. Ao invés de perderem tempo e energia com brigas despiciendas, os militantes deveriam se preocupar com o futuro da cidade e tentar mudar essa situação. Fica a sugestão: sem esquerda nem direita, em defesa dos nossos filhos e netos.</p> <p data-end="3008" data-start="2980"><em data-end="3008" data-start="2980">Arnaldo T. Haddad – Santos</em></p> <p data-end="3019" data-start="3010"><strong data-end="3019" data-start="3010">Porto</strong></p> <p data-end="3731" data-start="3021">Apreciando o artigo do secretário de Assuntos Portuários e Emprego de Santos, Bruno Orlandi, publicado no dia 2, e por ter vivenciado o Porto de Santos por mais de 35 anos, primeiramente como empregado da CDS e depois como conferente de carga e descarga concursado, observo que as ações governamentais acabam movidas apenas pelos interesses defendidos pelos agentes de carga de outrora, que hoje se tornaram concessionários e são os verdadeiros donos do complexo santista. A mão de obra fica cada vez mais submetida aos ditames patronais, em um cenário que reflete exatamente o país onde vivemos: progresso e crescimento sustentados pela submissão de uma mão de obra de baixo custo e sem representação efetiva.</p> <p data-end="3771" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3733"><em data-end="3771" data-is-last-node="" data-start="3733">José Higino Sant’Anna Pérez – Santos</em></p>