Sayd Ali El Malt: "Seja com leite materno ou fórmula, é fundamental um acompanhamento integrativo correto, desde o pré-natal até o desenvolvimento completo da criança, com um olhar especial à saúde da mulher, sem julgamentos" (Elza Fiuza/Agência Brasil) Apressado come cru Parabéns ao médico Marcio Aurelio Soares pela sua crônica publicada no dia 24. Elogio a sensibilidade e sabedoria do autor ao lidar com o bem mais precioso que temos, o tempo. Eu, com 81 anos, sei bem o que custa não respeitar a prudência na caminhada da vida. Brilhante! Antonio Carlos de Lima - Santos Aleitamento materno Muitas condições clínicas e sociais inviabilizam que uma mãe amamente seu filho com seu leite. Para essas situações, a indústria criou formulações que tentam ao máximo se assemelhar às características do leite materno. Porém, nos casos em que a amamentação é viável, ela será sempre a opção mais efetiva, pois aumenta o vínculo entre a criança e a mãe, promove o desenvolvimento adequado da musculatura da mandíbula do bebê e permite um desenvolvimento seguro e ágil. A Ciência explora há décadas a importância do aleitamento materno em mulheres com depressão pós-parto e os resultados deixam os pesquisadores vez mais convictos de que a prática permite uma melhora neste quadro. De todo modo, seja com leite materno ou fórmula, é fundamental um acompanhamento integrativo correto, desde o pré-natal até o desenvolvimento completo da criança, com um olhar especial à saúde da mulher, sem julgamentos. Sayd Ali El Malt - Guarujá Patriotismo Em países como Canadá e Índia, a população reduziu o consumo de produtos dos EUA e os supermercados locais colocaram placas indicativas confiáveis sobre a origem dos produtos em meio ao tarifaço. Contudo, no Brasil, também atingido pela medida, a gente não vê movimento similar. Para piorar, nos deparamos no noticiário recente com um escândalo tributário envolvendo uma grande rede de farmácias. Pelo jeito, a população brasileira terá mais de um motivo para boicotar produtos e empresas. Cesar Tavares da Cunha - Santos Pauta paralisada De paralisação em paralisação, a verdade é que 2025 é um ano que ainda não começou no Congresso. Tivemos um deprimente primeiro semestre, com questões importantes ao País relegadas a segundo plano em meio a brigas ideológicas sem fim, discursos inócuos e motim insensato em plenário. Esquecem de representar a população com trabalho digno. Volta e meia os políticos nos obrigam a lembrar do deputado federal e comediante Tiririca, cujas piadas e palhaçadas só fazem rir e não prejudicam ninguém. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos PCC e facções Aqui está o resultado de dois problemas plenamente conhecidos por todos: 1) Acesso a celulares e continuidade das atividades criminosas, dentro dos presídios, por parte dos líderes dessas facções. Com tanta tecnologia disponível, não conseguimos bloquear a comunicação dos presos com o exterior? 2) Acesso irrestrito a advogados, familiares e funcionários de presídios aos chefes dessas facções. Regimes especiais e de exceção deveriam ficar mais restritivos, de forma proporcional à importância do preso na hierarquia criminosa. Qual é a dificuldade dos congressistas em criar leis específicas para coibir tais condições? Rubem de Carvalho Pereira Silva - Santos Subserviência O maior problema do Brasil é a falta de identidade de seu povo. Somos a esquina do mundo, onde diversas etnias coexistem, com cada uma defendendo seus interesses próprios, sem nenhum compromisso com a formação de uma nação. Aqui, só existe a Lei de Gerson. É sob a égide dela que as novas gerações se sucedem, sem noções de civismo e patriotismo. É o vale-tudo. São vítimas dos seus pais, que defendem, por exemplo, a aplicação de leis estrangeiras para afrontar nossa soberania. O comodismo e a omissão de pessoas com esse pensamento condenam os filhos à eterna subserviência. Silvio de Barros Pinheiro - Santos