(Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil) Urna e tornozeleira Será que Bolsonaro (foto) e seus seguidores já perceberam que a urna eletrônica é como uma tornozeleira: completamente inviolável e impossível de ser adulterada? Gilberto Pereira Tiriba - Santos Pautas bombas É claro e evidente que, mesmo com seus equívocos, a democracia é o melhor sistema de governo, em que o poder deve ser exercido pela soberania popular. Lamentavelmente, no atual Congresso Nacional temos uma maioria que vive de chantagens, extorsões e retaliações. Como crianças caprichosas propõe ‘pautas-bomba’ danosas ao Tesouro e à sociedade, que pagará do próprio bolso pela incúria e irresponsabilidade dessa horda de parlamentares. Caso específico da recente aprovação de aposentadoria integral a mais de 400 mil agentes de saúde, com impacto orçamentário estimado de R\$ 100 a R\$ 500 bilhões ao longo dos anos. Ainda que possa haver mérito, o momento é inapropriado, demagógico e eleitoral. Os congressistas cuidam apenas dos seus interesses, eleitos por nichos regionais ou estados de pouca expressão nacional, sabem que migalhas em emendas impositivas farão a alegria dos que os mantém no Parlamento. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Contentores de lixo As ruas de nossa Cidade foram tomadas nos últimos meses por uma quantidade enorme de contentores de lixo, que aparentemente foram dispensadas sem seguir algum critério mais rígido no que diz respeito à localização. Seria importante a demarcação dos locais onde estes contentores devem permanecer, para evitar o velho problema de ninguém querer lixeira na sua porta. Outra coisa de vital importância é a limpeza e higienização destes contentores, que deveriam ser recolhidos para passar por processo de sanitização quinzenalmente. Edilson Mendonça de Brito - Santos Praticagem Juliana Domingues, em seu artigo Concorrência na Praticagem, apresenta informações relevantes sobre o tema. Busquei outras fontes para enriquecer o debate proposto por ela. O Decreto nº 7.860, de 6 de dezembro de 2012, da então presidenta Dilma Rousseff, criou a Comissão Nacional para Assuntos de Praticagem (CNAP), responsável por propor regulamentação para o serviço, incluindo preços, zonas de praticagem e melhorias. A comissão era formada por representantes de órgãos ligados à atividade portuária e marítima. O decreto foi sustado pelo Senado, e a CNAP acabou extinta em 2019. Assim, uma iniciativa que poderia ter sido debatida amplamente entre todos os envolvidos foi encerrada sob a justificativa de que o tema seria competência do Congresso Nacional. Pelo artigo de Juliana, parece que, desde então, pouco ou nada avançou. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Zé Marcolino Eu já escrevi algumas vezes nesta coluna que nós, população de Vicente de Carvalho (antigo Itapema), tínhamos tudo para ter uma Câmara de vereadores das mais atuantes. Porém, depois que a Casa de Leis passou a pagar salários aos senhores vereadores, nunca mais vimos nossos representantes ‘procurando saber o que o bairro precisa’, como era antigamente. Os senhores vereadores eram eleitos depois de procurados pela população para serem seus representantes. No ano de 1968, eu então com meus 18 anos, corri ao Cartório Eleitoral para tirar o meu Título de Eleitor. Comecei a fazer propaganda eleitoral para o candidato Antônio Baraçal, que se considerava meu padrinho. Foi eleito, sendo presidente da Câmara. O meu saudoso pai, o Zé Marcolino, ou o Marcolino da Ambulância, nunca quis ser candidato, dizendo que política “era um meio de enganar a população”. Se o Zé Marcolino se candidatasse, com certeza seria eleito com um pé nas costas. Pelo menos era o que o povo dizia. Josemilton de S. e Silva - Guarujá