<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.386762" attr-version="policy:1.386762:1751683389" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.386762/legacy_image_295508.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Sílvio Luiz/AT)</span></p> <p data-end="785" data-start="113"><strong data-end="126" data-start="113">Congresso</strong><br data-end="129" data-start="126" /> Uma manifestação espontânea e orgânica nas redes sociais gerou desconforto nas hostes do Parlamento brasileiro nos últimos dias. As benesses desfrutadas por deputados federais e senadores parecem ter ultrapassado o limite da paciência popular. Enquanto pautas de interesse social seguem esquecidas nas gavetas de autoridades, há uma obsessão pelas emendas parlamentares, a ponto de alguns ameaçarem travar votações caso o governo não libere os repasses. Já testemunhamos muitos abusos ao longo dos anos, mas, em termos de privilégios e desvios de foco, a 57ª legislatura tem se mostrado campeã em matéria de mamatas.<br data-end="748" data-start="745" /> <em data-end="785" data-start="748">Marcus Aurelio de Carvalho – Santos</em></p> <p data-end="1334" data-start="787"><strong data-end="801" data-start="787">Interdição</strong><br data-end="804" data-start="801" /> A tentativa do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de criar uma lei que dificulte buscar o Supremo Tribunal Federal (STF) para entrar com processo contra atos do Congresso Nacional que prejudiquem o povo brasileiro acabará dificultando a vida dos próprios congressistas. A ideia, por si só, é inconstitucional. Mas, mesmo sabendo da inconstitucionalidade, ele mantém a proposta. Sendo assim, exorbitando o direito de devaneios, faz-se merecido um processo de interdição do senador.<br data-end="1302" data-start="1299" /> <em data-end="1334" data-start="1302">Pedro dos Santos Neto – Santos</em></p> <p data-end="1636" data-start="1336"><strong data-end="1350" data-start="1336">Faria Lima</strong><br data-end="1353" data-start="1350" /> O Movimento dos Trabalhadores Rurais sem Terra (MST) invadiu o edifício do Itaú na Faria Lima – logo do banco que apoiou Lula nas eleições de 2022 e vê o petista querer cobrar impostos mais altos dos ricos. Pena que, no pleito, o MST estava hibernando.<br data-end="1608" data-start="1605" /> <em data-end="1636" data-start="1608">Marieta Barugo – São Paulo</em></p> <p data-end="2140" data-start="1638"><strong data-end="1652" data-start="1638">Colunistas</strong><br data-end="1655" data-start="1652" /> O jornalismo crítico e opinativo deve ser saudado como importante e salutar. Já colunas de pessoas ressentidas, como os senhores William Waack e Celso Ming, que propugnam ideias e valores puídos e superados diante da atual conjuntura socioeconômica e ambiental, deveriam ter menor frequência. Sugiro darem mais espaço aos que buscam enfrentar as desigualdades socioambientais acumuladas há décadas, bem como a crise climática na qual nos metemos.<br data-end="2104" data-start="2101" /> <em data-end="2140" data-start="2104">Marcos Pellegrini Bandini – Santos</em></p> <p data-end="2816" data-start="2142"><strong data-end="2164" data-start="2142">Melhor presidente?</strong><br data-end="2167" data-start="2164" /> Ouvir e ler que Bolsonaro foi o “melhor presidente da história do Brasil” me causa espanto. Não é só uma discordância, mas um choque diante da negação da realidade. Ele desprezou a ciência na pandemia, debochou das vítimas e atrasou vacinas. Incentivou o desmatamento, desmantelou órgãos ambientais e atacou os direitos dos povos indígenas. A economia afundou e privilégios foram mantidos. Escândalos como rachadinhas, joias e uso político da máquina pública marcaram seu governo. Opiniões são livres, mas a história exige lucidez e o legado de Bolsonaro foi, para muitos, sinônimo de dor, retrocesso e vergonha.<br data-end="2782" data-start="2779" /> <em data-end="2816" data-start="2782">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="3532" data-start="2818"><strong data-end="2838" data-start="2818">Dinheiro público</strong><br data-end="2841" data-start="2838" /> Nada melhor do que poder gastar dinheiro sem preocupação. Em Brasília, aumentam o fundo eleitoral (“importantíssimo” para o povo), autorizam o acúmulo de aposentadorias com o salário do mandato, criam vagas de deputados federais etc. Em São Paulo, destinam R\$ 22 mil para procuradores comprarem equipamentos eletrônicos como celulares e notebooks. Em Santos, a Câmara Municipal cria o cargo de assessor chefe e abre licitação para locação de veículos a serem utilizados pelos nobres edis, enquanto o Executivo prepara uma reforma administrativa, possivelmente com mais cargos de confiança. Diante disso tudo, o vilão do País é o salário mínimo?<br data-end="3488" data-start="3485" /> <em data-end="3532" data-start="3488">Anacleto Serafim de Almeida Filho – Santos</em></p> <p data-end="3831" data-start="3534"><strong data-end="3548" data-start="3534">Bicicletas</strong><br data-end="3551" data-start="3548" /> Gostaria de saber dos nobres deputados estaduais eleitos pela Baixada Santista quantos projetos foram apresentados e aprovados por eles em prol dos mais de 900 mil ciclistas desta região, que segue carente de ciclovias e soma mortes de ciclistas?<br data-end="3800" data-start="3797" /> <em data-end="3831" data-start="3800">Jessé Teixeira Félix – Santos</em></p>