(Divulgação/Fortaleza) Futebol (1) Pelo visto, a crise no Santos não vai acabar tão cedo. Após um “namoro” com o técnico Jorge Sampaoli, sua contratação foi descartada em razão da justa exigência de reforços de peso. Assim, causa espanto a contratação do técnico argentino Juan Pablo Vojvoda, demitido pelo Fortaleza após uma série de derrotas. A diretoria do Santos, após as vendas de promessas da sua base e de mando de jogos, alega falta de caixa para bancar contratações. Como assim? Desse jeito, em 2026 voltaremos a assistir a luta do clube na segunda divisão do Campeonato Brasileiro. Lembro que o “timaço” do Vasco da Gama, que no domingo fez 6 a 0 sobre o Santos, foi derrotado na quarta-feira pelo Juventude, que também luta para não voltar à Série B. Luiz Antônio Alves de Souza – São Paulo Futebol (2) Com os dois gols assinalados contra o Juventude, Neymar chegou à marca de 145 gols marcados com a camisa do Santos, em uma jornada iniciada em 2009, contra o Mogi Mirim. O ídolo do Alvinegro praiano é no momento o 12º maior artilheiro do clube de Vila Belmiro, estando perto de ingressar no top 10 dos grandes goleadores do Peixe. Na frente do melhor jogador brasileiro deste século estão Pelé (1.091 gols), Pepe (405), Coutinho (368), Toninho Guerreiro (279), Feitiço (215), Dorval (194), Edu (185), Araken Patusca (184), Pagão (157), Tite (151) e Camarão (147). Os oito milhões de torcedores do Peixe torcem para que o jogador atinja mais esse feito em sua brilhante carreira. Guilherme Gomez Guarche – Santos Amarração amorosa Cartazes colocados em alguns postes da orla da praia em Santos chamam atenção pela mensagem estampada, prometendo resolver o relacionamento de pessoas em instabilidade amorosa, com direito até a uma “força definitiva”. Lamento a poluição visual que esse tipo de propaganda causa e o fato de haver quem acredite nisso. J. A. Nogueira de Sá – Santos Reflexão Escrever bem é um desafio, pois depende de vários fatores, entre eles a motivação. Ler um texto bem articulado, como o do coronel Arnaldo Pazetti na edição de quarta-feira, me faz pensar em diferentes opiniões também. Defender a submissão de uma nação soberana, com 212 milhões de habitantes, aos interesses econômicos de um irresponsável? Não ratifico. O tarifaço do gringo foi cosmopolita e visa atingir a China, que mesmo sem 800 bases militares espalhadas pelo planeta se tornou a próxima primeira potência mundial, prestes a desbancar os Estados Unidos. Donald Trump quer e precisa atender aos interesses privados dos que o apoiaram e elegeram. Caso contrário, cai e leva a economia americana junto. Tsunamis financeiros são criados por regras desrespeitadas sem argumentos sérios e sem instituições sólidas e soberanas, como ONU e OMC. Entrar e sair, por exemplo, do Acordo de Paris, mostra o desinteresse de Trump com as consequências de seus atos, desde que atendam seus apoiadores. Seguimos acompanhando. Rubem de Carvalho Pereira Silva – Santos Resposta Quando a ideologia se apossa da mente, ela cega e embota a razão! O missivista Marcus Aurélio de Carvalho embarca, com fervor, nas narrativas do Governo Federal sobre o tarifaço. Na sanha de atacar quem pensa diferente, comete um erro básico. O tarifaço de Trump não penaliza o Brasil por conta de uma família só. É geopolítica: os Estados Unidos fazem isso porque não querem que um aliado próximo e de longa data, como o Brasil, se aproxime de ditaduras, tiranos, financiadores do terrorismo e antissemitas. Oportunista e de olho em dividendos eleitorais, Lula não negocia como o resto do mundo; prefere se vitimizar, arrastando consigo milhões de brasileiros que serão prejudicados com essa atitude. O tempo é senhor da razão. Daqui a alguns meses, veremos, nas urnas, o que o povo brasileiro pensa de tudo isso. Assessoria da Deputada Federal Rosana Valle (PL)