Foto ilustrativa (Pedro Ernesto Guerra Azevedo/Arquivo Santos FC) Terreno do Santos FC No início dos anos 80, a Prefeitura de Santos comprou da União um terreno no Saboó, com a obrigação de doar até 100 mil m2 ao Santos Futebol Clube, o que foi cumprido por lei municipal. Em 1985, foi aprovada outra lei que retirava metade do terreno do Santos. Em entendimento com a Prefeitura e em troca do Chico Guimarães, o Santos devolveu 20 mil m2, ficando com apenas 30 mil m2 no Saboó. Se o clube tivesse mantido o terreno de sua propriedade, com 100 mil m2, poderia realizar todos os projetos. Agora fica dependendo das circunstâncias para conseguir comprar um terreno pelo qual cedeu 20 mil m2 de sua propriedade. João Inocêncio Correia de Freitas - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Segurança jurídica Atualmente, o grande problema brasileiro é a interferência dos poderes na área alheia. É um claro atestado de insegurança jurídica que compromete a estrutura democrática e desestimula investimentos internos e externos. Exemplos de estabilidade jurídica são Cingapura e Coreia do Sul, que eram pobres, mas com segurança jurídica veem tudo funcionar com regras estáveis. Lá, os criminosos são punidos e os contratos e as leis, obedecidos. Isso, por si só, atrai investimentos e gera desenvolvimento. Humberto Schuwartz Soares – Vila Velha (ES) Congresso Os políticos eleitos por partidos de direita e extrema direita aprovaram o marco temporal para facilitar a tomada das terras indígenas por latifundiários e aliados do campo. Depois, lançaram um pacote de destruição contra o licenciamento ambiental e unidades de conservação e terras indígenas, que funcionam como áreas de segurança climática, especialmente na Amazônia. Não satisfeitos, tramam um pacote da impunidade e imoralidade. Nele, deputados só serão investigados se, mediante maioria em votação, a Câmara aceitar. Mesma coisa no Senado. A polícia só poderá realizar operações no Congresso com aval da Câmara e/ou Senado. Ficará proibida a prisão de deputados e senadores, exceto flagrante de crime inafiançável. E o STF deixará de cuidar dos inquéritos contra parlamentares. Os eleitores? Permanecem omissos. Rafael Moia Filho - Bauru (SP) Trabalho Há gente que se revolta porque trabalha muito, acha que faz isso a vida toda em troco de nada. Quantos se queixam assim, mas deviam agradecer por ter trabalho. Ele adianta muito a vida de todos na sociedade. Distrai, faz passar o tempo e evita que a pessoa se torne indesejável no meio em que vive. Quanto mais o ser humano luta por sua sobrevivência, maior prazer deve ter em lutar. Viver com esportividade é uma expressão que se emprega e que revela grande significado. Pode parecer estranho adotarmos tal frase, mas não é, porque a pessoa precisa enfrentar certos problemas com calma, recebendo-os com naturalidade. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Silêncio em shows Existe reflexão além de Lula e Bolsonaro neste espaço. Julinho Bittencourt questionou em coluna se fazer silêncio em shows seria “coisa de velho”. Não, querido amigo. Como você, chego a me irritar com plateia que conversa o tempo todo e, pior, canta junto desafinadamente. Gritos histéricos e movimentação entre cadeiras interferem em uma apresentação que tem significado único quando acontece ao vivo. Mas, quem entende isso? João Campos - Santos Constrangedor A presidente da Suíça, Karin Keller-Sutter, esteve em Washington na tentativa de se encontrar com Trump para discutir o tarifaço imposto ao seu país. No entanto, não foi recebida e, segundo a imprensa, também não havia disposição para que fosse ouvida por autoridades de alto escalão do governo. Ao final, coube ao secretário de Estado, Marco Rubio, conduzir o encontro. “Pode ligar a qualquer hora” e “recebo com prazer”. Essas são recentes palavras do autocrata Trump. Há quem ainda acredite nelas. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos