(Bruno Vaz/Santos FC/Arquivo) Política (1) No passado recente, qualquer um que criticasse Lula, Dilma, PT ou alguma autoridade da sua base aliada era taxado de coxinha, fascista, burguês e outros adjetivos. Ao denunciar casos de corrupção e ilegalidades como mensalão, o petrolão, CPI dos Correios, a mídia era vista pelos militantes lulopetistas e seus simpatizantes como inimiga da nação. Hoje, após a passagem de uma figura grotesca pela Presidência da República, também temos uma legião de fanáticos bolsonaristas que o defendem a qualquer preço. Um comportamento idêntico ao dos desafetos lulopetistas, chamados de mortadelas, petistas, comunistas e outros impropérios. E a mídia? É demonizada com um ódio devastador. Em suma, a indignação e a revolta no Brasil são seletivas. Silvio Rodrigues - Santos Política (2) Se fosse Bolsonaro a dizer, um ano antes, que seria candidato e já estivesse em campanha, como o atual mandatário se manifestou, o que o TSE faria? O que a mídia falaria se o irmão de Bolsonaro tivesse seu nome citado no escândalo dos aposentados? Por que o STF não fez nada quando um influenciador falou que jogaria o carro para matar velhinhas que estavam numa manifestação? Se fosse o Bolsonaro que falasse a favor dos traficantes, não haveria manifestações da sociedade, como não ocorreu agora? Estamos à mercê da esquerda e com uma fraca oposição, que não tem capacidade de fazer uma manifestação e colocar o bloco na rua. Pensem, brasileiros de verdade... Luiz Vinagre - Santos À deriva Sem comando há mais de dois meses, a Agência Metropolitana da Baixada Santista (Agem) não apresenta um projeto sequer desde 2023 e segue sem rumo definido, apesar de ter sido criada com a missão de promover a integração, o planejamento e a execução de políticas públicas de interesse comum entre os nove municípios da Região Metropolitana. A ausência de resultados concretos levanta uma questão incômoda: qual tem sido, afinal, o papel da Agem? A proposta original era ambiciosa — articular ações regionais em áreas como mobilidade, saneamento, habitação e meio ambiente, temas que ultrapassam os limites administrativos de cada cidade. Mas o que se vê hoje é uma estrutura parada. Enquanto isso, a população enfrenta diariamente os mesmos problemas que motivaram a criação da agência. Não seria hora de repensar o modelo? Uma agência sem projetos, sem comando e sem propósito é uma instituição à deriva. Milton Gonçalves - Ex-diretor executivo da Agem Futebol Os missivistas Arnaldo Corrêa e Mauro Silva acertam ao apontar a razão da penúria administrativa e futebolística pela qual passa o Santos Futebol Clube. Tomo a liberdade de fazer outra observação sobre a baixa qualidade do elenco. Colocando os jogadores em uma lista, temos nomes de peso no mundo futebolístico. Contudo, eles chegaram com seríssimos problemas de ordem física. A incapacidade administrativa da diretoria acaba por apostar em jogadores que vêm sofrendo com problemas físicos, o que traz angústia aos torcedores. Lamentavelmente e, obviamente, torço para que não aconteça, mas estamos rolando ladeira abaixo em direção à Série B. Marcus Aurelio de Carvalho - Santos Rio de Janeiro (1) De um lado, temos o Governo Federal pronto para colaborar. Do outro, o Governo do Rio de Janeiro dizendo que solicitou ajuda à União. No meio disso, a turma sofredora, o povo. Pedro dos Santos Neto - Santos Rio de Janeiro (2) O governador do Rio, Claudio Castro, tinha um processo parado no TSE há um ano. Coincidentemente, após a operação contra o Comando Vermelho, seu processo de inelegibilidade voltou à pauta e o julgamento foi marcado. Eu sei que é pura coincidência... João Paulo Calife Vernieri - Santos