<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.389350" attr-version="policy:1.389350:1770252716" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.389350/legacy_image_303832.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(João Paulo de Oliveira/Arquivo Pessoal)</span></p> <p data-end="24" data-start="0"><strong data-end="24" data-start="0">Ódio e desinformação</strong></p> <p data-end="638" data-start="26">Sem propor qualquer tipo de inaceitável censura política a este espaço, observo algumas cartas que servem apenas para propagação de ódio e desinformação. Algumas chegam ao bizarro, seja com a sugestão de proibir beneficiários do Bolsa Família de votar, em flagrante incompatibilidade com cláusula pétrea da Constituição, seja com a colocação de que os magistrados já se submetem ao Código de Ética da OAB e, por isso, não seria necessário um novo código no STF. A rigor, nenhum brasileiro precisa necessariamente ser advogado para assumir vaga na Corte. Disparates dessa natureza causam desserviço e desinformam.</p> <p data-end="662" data-start="640"><em data-end="662" data-start="640">Mauro Silva - Santos</em></p> <p data-end="684" data-start="664"><strong data-end="684" data-start="664">Voto obrigatório</strong></p> <p data-end="1249" data-start="686">Entre horrorizado e indignado, li nesta democrática coluna sugestão para que o Congresso aprove lei que impeça aos beneficiários do Bolsa Família de votar nas eleições, sob o pretexto de serem cabrestos desse programa. Essa posição exala um odor insuportável de soberba e preconceito. A obrigação do voto é constitucional, no sentido de fortalecer o processo eleitoral e a ampla participação popular. Cabrestos eleitorais existem às carradas nos rincões mais abastados do país e não parecem incomodar aos circunstantes que se rebelam com a população mais carente.</p> <p data-end="1290" data-start="1251"><em data-end="1290" data-start="1251">Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos</em></p> <p data-end="1314" data-start="1292"><strong data-end="1314" data-start="1292">Cabresto eleitoral</strong></p> <p data-end="1681" data-start="1316">Quando leio algo com essa expressão, percebo que se refere a benefícios para quem menos pode e traz a sugestão “moralizadora” da proibição ao voto. Já que é pra moralizar, que tal impedir o voto aos empresários do agro com seus investimentos do Estado? Eu, que nunca passei fome, me sinto grato por ver direcionado parte de meus impostos a quem pode ter pão à mesa.</p> <p data-end="1717" data-start="1683"><em data-end="1717" data-start="1683">Renato Caetano de Jesus - Santos</em></p> <p data-end="1734" data-start="1719"><strong data-end="1734" data-start="1719">São Vicente</strong></p> <p data-end="2295" data-start="1736">O que mais precisa para o prefeito de São Vicente resolver os problemas dos alagamentos? Não há como citar qual bairro ficou em pior situação na última chuva, porque todos foram inundados. A gente vê lixo por todas as ruas, muitas delas esburacadas, e bueiros sem tampas e entupidos. Essa é a principal razão dos alagamentos. Atualmente, parece que só a orla interessa. No Centro, não há nem lixeiras para descarte de lixo. Enquanto isso, seu salário está em dia. E não podemos nos esquecer dos vereadores, sem projetos e trabalhos que beneficiem a população.</p> <p data-end="2336" data-start="2297"><em data-end="2336" data-start="2297">Antonio Sergio de Jesus - São Vicente</em></p> <p data-end="2353" data-start="2338"><strong data-end="2353" data-start="2338">Desrespeito</strong></p> <p data-end="3111" data-start="2355">É inadmissível a falta de sensibilidade que notei no atendimento do Hemonúcleo de Santos. Enquanto, em um dia, leio apelos dramáticos por doações, no outro quem se predispõe a ajudar acaba maltratado. Nesta quarta-feira, após 40 minutos de fila para entrar no Hemonúcleo, fui impedido de usar o estacionamento. O funcionário da portaria, com total descaso, disse que eu deveria "me virar" na rua para estacionar, ignorando que sou doador assíduo (quatro vezes por ano). É um tapa na cara do cidadão: pedem nosso sangue, mas negam o mínimo de acolhimento. Saí sem doar, indignado com o despreparo de quem deveria facilitar a solidariedade, não expulsá-la. O estoque baixo não é apenas falta de voluntários, é reflexo de uma gestão que não valoriza o doador.</p> <p data-end="3153" data-start="3113"><em data-end="3153" data-start="3113">Reynaldo Corralles Filho - São Vicente</em></p> <p data-end="3172" data-start="3155"><strong data-end="3172" data-start="3155">Cães na praia</strong></p> <p data-end="3732" data-start="3174">Em referência à carta de Valter Domingos Branco Filho, que critica a presença de cães na orla de Santos sem fiscalização e punição, concordo plenamente e faço um acréscimo: a nova lei sobre os guarda-sóis e cadeiras, limitando uso e quantidade, também irá para uma gaveta. Além de não cumprirem, não vejo fiscalização por parte da Prefeitura de Santos. E ainda pedem para o munícipe denunciar e esperar a Guarda para concretizar tal fato. O que parece é que parte desses agentes só passa nos quadriciclos, sem lidar efetivamente com quem desrespeita as leis.</p> <p data-end="3756" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3734"><em data-end="3756" data-is-last-node="" data-start="3734">Neder Major - Santos</em></p>