(Marcelo Camargo/Agência Brasil) Acorda, Lula Lula (foto), sempre ele, quase toda semana fala de Gaza e critica Israel. Sobre a democracia no Irã e a invasão da Ucrânia, nada. Isso sem falar nas 45 mil mortes por ano no Brasil devido à violência. Senhor presidente, um conselho: cuide das nossas mazelas, como a do INSS, que teve até o nome de seu irmão envolvido, e depois pense em criticar outros países. Chega de lavar as mãos e esquecer nossos problemas. Marieta Barugo - São Paulo Complexo de vira-latas Felizmente, temos um presidente que não sofre com o complexo de vira-latas, enfermidade que acomete parte expressiva do povo tupiniquim. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Falência múltipla É com extremo pesar e dor que informo o passamento da República Federativa do Brasil, tendo como causas: 1) Poder Executivo, com corrupção, incompetência, gastos desenfreados, promessas nunca cumpridas, discursos raivosos e mentirosos, hipocrisia, vaidades e falsidades de todos os tipos. 2) Poder Legislativo, com corrupção, conchavos de toda espécie, nepotismo, rachadinhas, vaidades em busca de holofotes, incompetência, preguiça e discursos raivosos e/ou vazios. 3) Poder Judiciário, com corrupção, descumprimento de preceitos legais, perseguições políticas, injustiças, discursos raivosos, desmandos e vaidades extremadas. Os sintomas apresentados tiveram como consequência um quadro de falência múltipla de órgãos do Brasil. A missa de 7º dia será realizada na Catedral de Brasília, em 7 de setembro de 2025. Marcos Mendonça - Santos Reconhecimento Achei excelente o texto “A vida em promoção”, do missivista Gregório José, publicado na Tribuna Livre no dia 26. No momento que vivemos, com tanta sujeirada diária provocada por nossos políticos, o noticiário está maçante. Porém, textos como este nos fazem continuar a ter o prazer de acompanhar atentamente o jornal impresso diariamente no café da manhã. Silvio Rodrigues - Santos Reflexão Destaco aqui um provérbio árabe que permanece atual: a repetição deixa sua marca até nas pedras. João Horácio Caramez - Santos Democracia Devido à resumida menção a traidores históricos, no seu artigo “De Iscariotes, Silvério, Calabar e outros”, publicado no dia 25, merece aplausos o seu autor Mario Eugênio Saturno, que com sagaz narrativa subliminarmente nos remete aos conturbados dias de hoje. Nesses “outros”, peço vênia para incluir integralmente o clã Bolsonaro, lembrando a fala de Ulysses Guimarães: “traidor da Constituição é traidor da Pátria”. O Brasil vive momentos de agruras, à mercê de supostas autoridades com visíveis perturbações psicológicas. Resta-nos, com verdadeiro amor à Nação, lutar denodadamente para nos livrarmos desse mal maior, que conspurca e avilta as tradições democráticas do povo brasileiro. Traição não pode jamais, e sob nenhum argumento, passar impune. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos Só depende do Senado O ápice da democracia é o processo eleitoral. No Brasil, há controvérsia por não ser publicamente auditável. Foi o que aconteceu em 2022. O TSE alega e não se cansa de divulgar que o processo eleitoral é honesto e reflete a vontade do eleitor, mas muitos pressupõem o inverso. Daí o maciço deslocamento a Brasília, a manifestação em 8 de janeiro de 2023 e a descomunal e inaceitável destruição. A extinção do problema só depende do Senado, dando voz à democracia para dirimir qualquer dúvida quanto à lisura e veracidade do resultado eleitoral. A Câmara aprovou o voto eletrônico acrescido da emissão em papel impresso para, se preciso, auditar e confirmar o resultado. Basta o Senado aprovar agora, em setembro, para evitar celeuma a partir das eleições de 2026</CW>. Humberto Schuwartz Soares - Vila Velha (ES)