<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.480210" attr-version="policy:1.480210:1764209336" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.480210/Projeto Canva (65).jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)</span></p> <p data-end="183" data-start="171"><strong data-end="183" data-start="171">Resposta</strong></p> <p data-end="1257" data-start="185">Em relação à carta publicada no dia 9, a Sabesp informa que realizou o desentupimento da rede de esgoto na rua Vergueiro Steidel, em Santos, solucionando a situação. O serviço foi realizado e o sistema voltou a funcionar normalmente, sem causar mau cheiro nas imediações. O uso inadequado da rede de esgoto é a principal causa de obstruções e vazamentos, impactando diretamente a qualidade dos serviços e o meio ambiente. Entre os exemplos mais comuns estão o descarte de fraldas, cotonetes, preservativos, absorventes e óleo de cozinha em pias e vasos sanitários. Essas práticas sobrecarregam o sistema, dificultam o escoamento e o tratamento adequado do esgoto e podem levar ao retorno do esgoto dentro das casas ou o transbordamento nas ruas. A Sabesp realiza investimentos contínuos para melhoria da infraestrutura de saneamento do local, permitindo com que a eficiência dos sistemas acompanhe o desenvolvimento das cidades. Somente neste ano, a Companhia instalou em Santos mais de 10 km de novas tubulações, entre 4,8 km de redes de água e 5,5 km de redes de esgoto.</p> <p data-end="1295" data-start="1259"><em data-end="1295" data-start="1259">Diretoria de Comunicação da Sabesp</em></p> <p data-end="1315" data-start="1297"><strong data-end="1315" data-start="1297">Sem evidências</strong></p> <p data-end="2441" data-start="1317">A Operação Lava Jato abriu dezenas de inquéritos e vasculhou minuciosamente a vida de Lula e de seus familiares. Apesar desse esforço gigantesco, nenhuma prova concreta que o incriminasse foi encontrada. Isso levanta uma pergunta inevitável: por que, então, insistem em chamá-lo de ladrão? Se Lula realmente tivesse desviado milhões, como alguns afirmam, onde está esse dinheiro? Por que nenhuma investigação nem da Polícia Federal, nem de órgãos internacionais como FBI, CIA ou Interpol conseguiu localizar um centavo sequer? Será que estamos diante de um “ladrão” que não deixou rastro algum? A narrativa simplesmente não se sustenta. Mesmo sem provas de enriquecimento ilícito, a força-tarefa transformou o processo em um espetáculo midiático, com coletivas de imprensa, vazamentos seletivos e manchetes escandalosas. O show era grande; as evidências, não. Enquanto isso, a família Bolsonaro adquiriu 107 imóveis, sendo 51 pagos em dinheiro vivo, um fato, por si só, mais do que suficiente para motivar investigações rigorosas e até prisões preventivas em circunstâncias semelhantes. A diferença de tratamento é evidente.</p> <p data-end="2477" data-start="2443"><em data-end="2477" data-start="2443">Gilberto Pereira Tiriba – Santos</em></p> <p data-end="2501" data-start="2479"><strong data-end="2501" data-start="2479">Decoração de Natal</strong></p> <p data-end="3141" data-start="2503">A matéria de A Tribuna, no caderno Cidades, traz os locais onde serão instaladas as iluminações natalinas. Li e reli a matéria e não encontrei uma única luz de LED na região do Centro da cidade. Ora, se há um clamor, inclusive da própria Prefeitura, pela revitalização do Centro, nada mais coerente e justo que a área do Centro receba os mesmos equipamentos destinados aos outros bairros. Não basta, por exemplo, iluminar a Rua João Pessoa e deixar suas transversais e paralelas no “escuro natalino”. Se não há mais tempo hábil para solucionar essa questão, que para o Natal de 2026 a área do Centro seja agraciada com os mesmos recursos.</p> <p data-end="3180" data-start="3143"><em data-end="3180" data-start="3143">Marcus Aurelio de Carvalho – Santos</em></p> <p data-end="3204" data-start="3182"><strong data-end="3204" data-start="3182">E o Banco Central?</strong></p> <p data-end="3991" data-start="3206">Daniel Vorcaro, malandro gola alta, pinta de artista e fala envolvente não é o primeiro, nem será o último cambalacheiro do mercado financeiro. Em 2016 resolveu se fantasiar de banqueiro e comprou o Banco Máxima, que enfrentava grave dificuldade, alterou o nome para Master, locou suntuosa sede social e tocou em frente. Em cinco anos sua carteira de crédito passou de R\$ 1.4 bilhão para R\$ 40 bilhões, construindo um império financeiro, porém sobre créditos fictícios, numa das maiores fraudes do país. Um milhão e seiscentos mil investidores caíram na real, iludidos pela ganância das altas taxas dos CDBs. Abusaram do argumento de proteção do Fundo Garantidor de Créditos. O rombo inicial é de R\$ 41 bilhões. Fica a pergunta: onde estava o Banco Central e sua rigorosa fiscalização?</p> <p data-end="4032" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3993"><em data-end="4032" data-is-last-node="" data-start="3993">Juan Manuel Villarnobo Filho – Santos</em></p>