Foto ilustrativa (Alexsander Ferraz/AT) Palafitas Neste e em outros espaços, vejo questionamentos sobre a construção de conjuntos habitacionais onde hoje existem palafitas em Santos. Acho absurdo o custo de R\$ 27 milhões para a construção de 60 unidades em um espaço inapropriado sobre o mangue, onde as dificuldades e o custo andam juntos. O empreendimento parece ser eleitoreiro, pois contempla só 1% das 6.000 famílias ali assentadas, sem projeto amplo para os 99% restantes. Seria melhor e mais barato seria levá-los para empreendimentos na abandonada zona central de Santos. Rafael Alarcon Munoz Filho - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Planejamento Obras públicas já executadas ou em andamento podem e devem ser de qualidade, com vida útil maior e menor exigência de manutenção. Em São Vicente, notei que a calçada junto à praia demorou mais de ano para ficar pronta. Além disso, na reforma da Praça 21 Irmãos Amigos, creio que o piso cimentado exigiria juntas de dilatação mais largas para maior durabilidade devido às mudanças de tempo, ora ensolarado, ora chuvoso. Acho que São Vicente precisa contar com vias arborizadas e mais flores. Valter José Vieira - São Vicente Golaços Um dos gols mais bonitos ocorridos no Estádio Urbano Caldeira foi o que Neymar marcou em 27 de julho de 2011, pelo Brasileirão, contra o Flamengo, que venceu o jogo por 5 a 4. O gol que deu a Neymar o Prêmio Puskas foi o terceiro do Santos, uma obra de arte digna de ser assistida inúmeras vezes, mesmo com o craque tendo feito vários golaços em sua primeira passagem pelo Santos. Neymar foi também o protagonista na noite em que o Santos completou 98 anos, com cinco gols em 14 de abril de 2010, contra o Guarani, pela Copa do Brasil, na goleada de 8 a 1. Esses feitos não podem ser esquecidos pelos torcedores, pois estão cravados no currículo do segundo melhor jogador santista de todos os tempos, que hoje veste a camisa que um dia o Rei Pelé também usou e a tornou conhecida em todo o mundo. Neymar ainda tem muito a dar pelo clube que ele tanto ama e respeita. Guilherme Gomez Guarche - Santos Choro pós-jogo O choro é um fenômeno humano de expressão emocional, uma resposta fisiológica ligada principalmente à tristeza e à decepção, mas acontece também na alegria e na dor. A expressão “homem que é homem não chora” é pífia, mentirosa e machista. Neymar é um ídolo mundial, bem sucedido financeiramente e poderia ter se aposentado do futebol tranquilamente, mas voltou para Santos para jogar no time do coração. Não o culpo por chorar após um jogo desastroso e lembro que o futebol é um jogo coletivo, no qual um jogador pode ser responsável por um gol, mas muitos serão os responsáveis por seis gols, inclusive a comissão técnica. Que os comentaristas frustrados que nunca jogaram futebol, que os ex-jogadores comentaristas que nunca atingiram em campo a performance do Neymar e que os críticos de plantão deixem de lado o choro de domingo e o encarem como a expressão fisiológica extrema de um homem normal. Hernani Pinto de Lemos Junior - Santos Idiossincrasias As pessoas demonstram caráter e intenções nos detalhes. Quando abrem a sua Caixa de Pandora, expõem suas invejas e ódios, espalham seus males em ações impensadas e o resultado se torna imprevisível. Carlos Bolsonaro ataca governadores da direita chamando-os de “ratos e oportunistas”, com intuito único de herdar o espólio político do seu pai e atender a seus projetos pessoais. Não me atrevo a desmenti-lo, pois tem sua dose de razão, mas deveria olhar no espelho a sua retrospectiva política. Enquanto isso, seu irmão Eduardo continua o périplo pelos EUA e com pretensões de chegar à Europa para punir o Brasil e seu povo. O clã bolsonarista tem tendência de prejudicar todos que não sigam suas idiossincrasias. Juan Manuel Villarnobo Filho - Santos