<p data-end="718" data-start="0"><strong data-end="9" data-start="0">Motos</strong><br data-end="12" data-start="9" /> Parabenizo o vereador Adriano Piemonte (União) pela proposta da criação da Faixa Azul para motos em Santos, texto que se tornou lei graças à visão do prefeito Rogério Santos (Republicanos). Agora, gostaria de saber qual nome da Câmara santista poderia sugerir algo efetivo contra um absurdo cometido pelos motociclistas: o barulho provocado pelos escapamentos adulterados, que incomodam quem está em hospitais, casas de repouso ou mesmo tentando descansar em casa. Há muitos anos leio diversos santistas se queixando desse fato aqui, mas não há uma política efetiva de repressão a este mal. Cidades como Bauru (SP) e Londrina (PR) já criaram punições a quem se vangloria por azucrinar a vida das pessoas.</p> <p data-end="745" data-start="720"><em data-end="743" data-start="720">Luiz Vinagre - Santos</em></p> <p data-end="1046" data-start="747"><strong data-end="767" data-start="747">Mascote Santista</strong><br data-end="770" data-start="767" /> Sem sombra de dúvida, o mascote a ser escolhido no concurso da Prefeitura de Santos deve ser o Leãozinho. Times como Fortaleza, Sport, Vitória, Mirassol, Portuguesa e Avaí já adotaram o leãozinho como símbolo e sua figura mexe de forma positiva com o emocional das crianças.</p> <p data-end="1081" data-start="1048"><em data-end="1079" data-start="1048">João Horácio Caramez - Santos</em></p> <p data-end="1411" data-start="1083"><strong data-end="1093" data-start="1083">Portos</strong><br data-end="1096" data-start="1093" /> A Tribuna publicou no dia 2 uma reportagem sobre o projeto que pode dar mais autonomia para as autoridades portuárias. Essa regra, há anos, é aplicada nos portos da Europa. Mas, acrescento um ponto: essa autonomia aos gestores internacionais é obtida mediante metas, por isso que são grandes e importantes portos.</p> <p data-end="1450" data-start="1413"><em data-end="1448" data-start="1413">Aluisio de Souza Moreira - Santos</em></p> <p data-end="1839" data-start="1452"><strong data-end="1476" data-start="1452">E-bikes e bicicletas</strong><br data-end="1479" data-start="1476" /> O que deveria simbolizar saúde e futuro verde hoje desafia a segurança nas ruas e é hora de agir. Nos anos 80 e 90, as mobiletes eram o sonho dos jovens. Chegavam a 80 km/h e exigiam habilitação e capacete, mas muitos pais colocaram esses veículos nas mãos de adolescentes sem preparo e tragédias se multiplicaram. Quase 40 anos depois, a história se repete.</p> <p data-end="2154" data-start="1841">As bicicletas elétricas, vendidas como solução sustentável, já alcançam velocidades de ciclomotor, mas circulam sem registro, sem fiscalização e, muitas vezes, com menores sem capacete. Uma queda a 32 km/h tem impacto equivalente ao de uma moto, suficiente para provocar traumatismos e mortes em atropelamentos.</p> <p data-end="2401" data-start="2156">O problema não se limita às elétricas. Também é comum ver bicicletas comuns desrespeitando sinais, andando na contramão e nas calçadas. Sem leis claras, fiscalização e educação, a liberdade sobre duas rodas se transforma em tragédia anunciada.</p> <p data-end="2430" data-start="2403"><em data-end="2428" data-start="2403">Wilton Pereira - Santos</em></p> <p data-end="2718" data-start="2432"><strong data-end="2442" data-start="2432">Idosos</strong><br data-end="2445" data-start="2442" /> A Santa Casa de Santos, sempre envolvida nos projetos de saúde da nossa região, obteve o Selo Instituição Amiga do Idoso, que vem carregado de inúmeras iniciativas e eventos direcionados ao compromisso com cuidados dignos, acolhimento e qualidade de vida a nossos idosos.</p> <p data-end="2940" data-start="2720">Parabenizamos as equipes e profissionais responsáveis pelas ações e iniciativas que tornaram esse momento possível. O empenho coletivo faz a diferença na vida de muitas pessoas. Continuem inspirando cuidado e respeito.</p> <p data-end="3030" data-start="2942"><em data-end="3028" data-start="2942">Eloi Guilherme P. Moccellin - Presidente do Sindicato dos Médicos de Santos e Região</em></p> <p data-end="3449" data-start="3032"><strong data-end="3046" data-start="3032">Democracia</strong><br data-end="3049" data-start="3046" /> A anistia de 1979 não se limitou a opositores do regime, mas foi ampla e irrestrita, beneficiando também agentes do Estado responsáveis por torturas, assassinatos e desaparecimentos. A memória histórica não pode ser seletiva: além de grupos armados, o regime perseguiu milhares de brasileiros que jamais pegaram em armas — estudantes, jornalistas, artistas, sindicalistas, professores e religiosos.</p> <p data-end="3753" data-start="3451">A verdadeira diferença está em reconhecer que tanto o regime quanto seus opositores cometeram atos violentos. A ferida aberta permanece porque o Brasil nunca responsabilizou os agentes do Estado por crimes de lesa-humanidade. Essa lembrança é essencial para que a democracia não volte a ser ameaçada.</p> <p data-end="3789" data-is-last-node="" data-is-only-node="" data-start="3755"><em data-end="3789" data-is-last-node="" data-start="3755">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</em></p>