Foto ilustrativa (Alexsander Ferraz/AT) Uso do solo Há poucos dias chegou à Câmara de Santos o projeto de lei que reformula o uso do solo da municipalidade. Com ele, vem a esperança de que sejam corrigidos erros graves. Espero que os nobres vereadores tenham sensibilidade, limitando a altura e a quantidade dos prédios na Cidade. Se o ritmo atual não mudar, em breve não teremos saneamento básico suficiente nem condições para o fluxo de veículos, além de outras limitações oriundas das edificações, como ausência de sol, sombra e ventilação. Elias Carneiro Jr. - Santos Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Palafitas Não adianta somente construir conjuntos habitacionais aos moradores das palafitas se eles não tiverem condições de arcar com os encargos. Só assim eles não venderão seus apartamentos nem voltarão para o dique. Há a necessidade de as autoridades zerarem as construções inadequadas. Proponho que essas famílias sigam no local, mas com melhores condições. O Poder Público poderia construir casas pré-fabricadas sobre plataformas de 2 andares, sendo o primeiro para veículos e encanamentos e o segundo para as residências, com áreas de lazer e energia solar. As colunas das plataformas seriam construídas sobre a água e não em aterros, o que ajudaria até na recuperação dos mangues. Seria uma obra de engenharia que traria orgulho para Santos. Sandra Maria Tamashiro - São Vicente O mesmo mimimi Todo dia lemos nessa coluna cartas a favor do “condenado, descondenado e semianalfabeto” e do “miliciano, vendedor de joias e genocida”. As palavras são sempre as mesmas, mas a grande verdade é que os maiores culpados de tudo isso somos nós mesmos. Afinal, os dois têm mais defeitos que virtudes. O atual presidente gasta dinheiro a rodo e o Haddad que se vire para tentar bater metas. Já o ex-presidente teria tentando dar um golpe, embora haja muita divergência quanto a isso. O que precisamos é de gente séria para colocarmos no cargo, pois acho que só 10% dos políticos atuais no Congresso tentam ajudar o Brasil. O resto só quer verbas. Que tal fazermos um reflexão e, na próxima eleição, elegermos um presidente que nos represente? Jorge da Silva Yanez - Santos Promessas cumpridas O texto “Promessas”, publicado nesta seção, apresenta críticas que podem ser rebatidas com dados recentes. A afirmação de que o Bolsa Família é “esmola de cabresto” não se sustenta: quase 1 milhão de famílias deixaram o programa após conseguirem empregos formais, demonstrando que ele atua como um trampolim para a independência. Segundo o governo, 98,7% das vagas formais criadas em 2024 foram preenchidas por inscritos no CadÚnico. Além disso, o País atingiu o menor nível de desemprego da série histórica — 5,8%, segundo a Pnad. Essa queda indica a recuperação do mercado de trabalho e a maior oferta de vagas, permitindo que famílias se insiram na economia formal. Por fim, quanto à crítica sobre a promessa de picanha, a FAO/ONU acabou de atestar que o Brasil saiu novamente do Mapa da Fome, o que comprova a eficácia de políticas sociais no combate à insegurança alimentar. Wilson Barreto - São Vicente Viver a vida Em tudo na vida é preciso comedimento. Há pessoas que desejariam a vida de uma maneira exclusiva para elas. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. É preciso que vivam dentro de um meio termo e, para isso, há necessidade de compreensão, discernimento e raciocínio. Desde que tenha caráter bem formado e possua personalidade moral, a pessoa sabe o que é e o que vale. A maneira elevada de compreender a vida faz com que se afaste daqueles que não têm noção da honra nem do dever. O ser humano que possui qualidades morais não deve viver recluso, e sim se apresentar e estar em toda e qualquer parte. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania