<p class="p-smartimagebox"><img attr-cid="policy:1.134140" attr-version="policy:1.134140:1699357424" class="p-smartimage" src="/image/policy:1.134140/legacy_image_202882.jpg?f=3x2&w=400&q=0.3" /><br /> <span class="p-smartcaption">(Pixabay)</span></p> <p data-path-to-node="1"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="1">Cães na praia</b></p> <p data-path-to-node="2">Com base na Lei de Acesso à Informação, consultei a Ouvidoria da Prefeitura de Santos sobre autuações pela presença de cães na praia e os valores arrecadados entre 2022 e 2025. A resposta é alarmante: uma autuação em 2022, cinco em 2023, uma em 2024 e uma em 2025. Em quatro anos, só R\$ 400,00 arrecadados em multas. Esses números revelam o abandono do dever de fiscalizar. A proibição virou letra morta. A praia, espaço público coletivo, foi transformada em um canil a céu aberto, em completo desrespeito às normas e aos demais usuários. Onde estão a GCM, a Prefeitura e o MP diante de uma infração sistemática e reiterada?</p> <p data-path-to-node="3"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="3">Valter Domingos Branco Filho - Santos</i></p> <p data-path-to-node="4"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="4">Jornalismo responsável</b></p> <p data-path-to-node="5">O prefeito bolsonarista de Rio Preto (SP) aumentou o IPTU local em 20% e culpou o Governo Federal pelo índice abusivo em recente entrevista. O que ele não esperava é que a jornalista que o entrevistava o corrigisse, afirmando que a responsabilidade do aumento desse tributo é exclusiva dos prefeitos, deixando-o com cara de paisagem. Atitudes como essa impedem que mentiras se tornem desinformação no ar.</p> <p data-path-to-node="6"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="6">Antonio Sergio de Jesus - São Vicente</i></p> <p data-path-to-node="7"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="7">Cabresto eleitoral</b></p> <p data-path-to-node="8">O Bolsa Família é um programa social criado para reduzir a pobreza no País. No entanto, pessoas que recebem esse benefício fazem parte de um “cabresto eleitoral”, a exemplo dos coronéis políticos do Nordeste de antigamente, e com isso se comprova a má gestão desses políticos que se eternizam no poder, sejam deputados, senadores, prefeitos ou governadores. Esse ano teremos eleições e, devido a esses fatos, o Congresso poderia aprovar uma lei para que os assistidos pelo Bolsa Família não pudessem votar. O Brasil não pode ficar à mercê disso.</p> <p data-path-to-node="9"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="9">Gilberto Ruas - Santos</i></p> <p data-path-to-node="10"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="10">Sadismo</b></p> <p data-path-to-node="11">Apoiar a tortura não é tel uma “visão de mundo diferente”. É uma patologia moral. É o sadismo institucionalizado contra o indefeso. Quem tenta legitimar o ato de destroçar um semelhante pela dor não está debatendo política, e sim pregando a barbárie. Ser humano exige empatia básica. Quem aplaude o sofrimento sistemático perdeu o que nos torna, de fato, civilizados. A dignidade é inegociável.</p> <p data-path-to-node="12"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="12">Gilberto Pereira Tiriba - Santos</i></p> <p data-path-to-node="13"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="13">Irã e Brasil</b></p> <p data-path-to-node="14">Bem colocado pelo leitor Marcus Aurelio de Carvalho, no domingo, o panorama atual no Irã e a fracassada conquista do poder local por lideranças religiosas, que só trouxeram mais do mesmo: repressão política e corrupção. Sem navegar nas esferas internacionais com mais propriedade, arrisco dizer que os iranianos e os brasileiros sofrem atualmente de um mesmo mal: são representados por péssimas lideranças autodenominadas político-religiosas, que usando o erário público e acreditando na incapacidade e subserviência de população receptiva a credos propagam diariamente mentiras e terror. Se tivermos no Brasil, um país que sobrevive respirando alguma democracia em suas instituições políticas e judiciárias por ser laico, o sucesso desses falsos messias, estaremos mais próximos do Irã atual do que no caminho de um país liberto de autoritarismos e repressão de qualquer espécie.</p> <p data-path-to-node="15"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="15">José Higino Sant’Anna Pérez – Santos</i></p> <p data-path-to-node="16"><b data-index-in-node="0" data-path-to-node="16">STF</b></p> <p data-path-to-node="17">Hoje está em evidência a procura por um código de ética ao Supremo Tribunal Federal (STF). Mas, pelo que sei, já existe o Código de Ética e Conduta da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Como, para ser ministro do STF, é preciso ser advogado, por qual motivo é necessário um novo conjunto de regras? Já é um absurdo o fato de a Suprema Corte não ser exclusiva a juízes de carreira - ou seja, ser amigo do rei é passe livre para receber uma nomeação - e agora vem mais essa. Essa movimentação toda não passa de uma cortina de fumaça, uma tentativa de tapar o sol com a peneira ante uma sociedade pasma com as atitudes de alguns dos ministros.</p> <p data-path-to-node="18"><i data-index-in-node="0" data-path-to-node="18">Luiz Vinagre - Santos</i></p>