(Vanessa Rodrigues/AT) Casa das Culturas A Região em Pauta encerrou as atividades de 2025 na Casa das Culturas, cujo monumento histórico restaurado, localizado na Rua Sete de Setembro, 49, Vila Nova, em Santos, completou 125 anos, tendo como curador o poeta Flávio Viegas Amoreira, que proporciona inúmeros eventos, transformando o espaço em uma verdadeira fábrica de cultura. Completando 10 anos, A Região em Pauta vem proporcionando temas pertinentes, com o objetivo de interpretar as demandas da Baixada Santista e apontar caminhos, sempre com o objetivo de compreender as demandas da nossa sociedade. O evento contou com a participação de várias autoridades, que entendem a necessidade e a importância da cultura e, principalmente, de artistas, pesquisadores, gestores culturais e educadores, que debateram o tema Cultura Indígena e Afrodescendente com muita propriedade, complementando com apresentações musicais. Parabéns ao Grupo Tribuna e à jornalista Arminda Augusto pelo evento. Obed Zelinschi de Arruda - santos Reportagens Muito importante as reportagens de Vinicius Farias em A Tribuna sobre a retirada de famílias em áreas de risco na Serra, em Cubatão, e na recuperação e restauração da Mata Atlântica. Nosso voto de louvor à CDHU pelo encaminhamento destas pessoas a um local seguro no novo conjunto habitacional do Governo de São Paulo. Também Rafael Motta em sua brilhante reportagem com a ótima notícia da nova fase do VLT, que agora vai até o Valongo, beneficiando milhares de famílias. Por tudo isso é que A Tribuna, com seus editoriais excelentes, jornalismo de primeiro mundo é um dos melhores jornais do Brasil. Grupo de Proteção da Família e da Cidadania Gestores públicos Segundo a pesquisa Vulnerabilidade e Resiliência Climática no Brasil: Um Olhar Territorial para a Ação Adaptativa, alguns municípios brasileiros parecem ter descoberto um segredo que, aparentemente, muitos administradores ainda não conseguiram encontrar nem com mapa, bússola e lanterninha: como se preparar para as mudanças climáticas. Lugares como Sobral (CE), Chapecó (SC), Lucas do Rio Verde (MT), Vitória (ES) e Piracicaba (SP) dão um show com políticas públicas decentes, acesso consistente à água potável, agricultura organizada e instituições que funcionam – sim, isso existe. Essas cidades fazem exatamente o que a pesquisa destaca: fortalecem sua capacidade adaptativa, diversificam a renda rural, mantêm a população minimamente protegida e, pasme, até respondem aos problemas antes que eles virem tragédia. Coisa de outro mundo, né? Enquanto isso, muitos administradores Brasil afora seguem firmes em sua tradição: ignorar dados, fingir que clima é “modinha” e tratar eventos extremos como se fossem azar do destino. É quase poético – se não fosse trágico. A ciência entrega indicadores, estratégias, metodologias prontinhas… e eles seguem como se estivessem esperando uma revelação divina para agir. Pena que enchente e seca não esperam. Gregório José - São Paulo Metas Empresas, por vezes com intuito claro de aumentar seus lucros, traçam metas para que seus funcionários produzam mais (mas nem sempre melhor, pois tem gente que não consegue produzir sob pressão). Levando para a política, se faz mister traçarmos metas de produção para as pessoas eleitas, as quais fazem parte do quadro legislativo em todos os níveis. É muito fácil para esses eleitos ganharem o que ganham sem que se tenha uma contrapartida de cobrança e produção, e caso a pessoa não cumpra as metas a demissão por justa causa se fará presente. Afinal, mesmo que provisoriamente, são funcionários públicos, e sendo assim, passíveis de demissão. Ou estou errado? Pedro dos Santos Neto - Santos