(Gustavo Moreno/STF) Cemitérios Ao assistir o JT2 do último sábado e ver que os cemitérios de Santos, na véspera do Dia de Finados, estavam bem cuidados, lembrei de ter visto uma realidade bem diferente, no mesmo dia, no Cemitério Municipal de São Vicente. Estive lá pela manhã para prestar uma homenagem aos meus entes queridos e constatei a falta de zelo da atual administração municipal. A praça em frente ao cemitério está abandonada e no interior dele tudo fica pior, com sujeira por todas as vias e aspecto de abandono. Parece que isso virou coisa corriqueira. Antonio Sergio de Jesus - São Vicente Carros mais largos A respeito de recente reportagem do Jornal Motor, discordo do presidente da CET-Santos: se os carros estão mais largos e as vias não, sobra menos espaço para motos e bicicletas, cujas frotas seguem em crescimento. Além disso, a Faixa Azul vai estreitar ainda mais as vias arteriais para ser implantada. Medidas como proibir estacionar em certos horários ou até a proibição total em um ou ambos os lados dessas vias principais têm alta probabilidade de tornarem-se indispensáveis, sem esquecer o famigerado rodízio de placas. Sugestão: tarifa zero e transporte coletivo e complementar (vans) de qualidade. Rubem Silva - Santos Fundo Brasileiros invariavelmente sofrem prejuízos por conta de assaltos e outros crimes. Sugiro que todos os políticos do Brasil tenham um percentual de descontos compulsórios em seus salários para se criar um fundo com o objetivo de que essas vítimas sejam ressarcidas até que esses políticos, em todos os níveis, criem leis mais robustas contra toda sorte de crimes. De um lado temos criminosos, do outro temos políticos que não estão nem aí para a segurança daqueles que lhes pagam seus salários. Pedro dos Santos Neto - Santos Voto auditável? Com frequência, lemos comentários de leitores que não conseguem entender o que é o voto auditável. Quem tem competência para responder essa questão seriam auditores técnicos independentes. O TSE é o agente a ser auditado. Onde há voto eletrônico no exterior, são obrigatórios o voto impresso conferível pelo eleitor e a contagem pública dos votos. Só no Brasil há voto eletrônico puro e os eleitores não têm como ver e conferir o Registro Digital do Voto (RDV). Na prática, o que o eleitor confirma é o que ele viu na tela antes da gravação do RDV, que nada mais é do que uma versão moderna piorada do antigo “voto declarado” que vigorou no Brasil até a revolução de 1930, quando o eleitor dizia seu voto ao mesário que registrava o voto numa ata. O RDV é um “voto às cegas”. Sergio Fang - Santos Nada na direita A estupidez da direita cavalar é tamanha que transforma uma Soraya Thronicke e até uma Tabata Amaral em esquerdistas. É patético. Faz falta à esquerda uma direita de verdade, da laia de um Roberto Simonsen, um Antônio Ermírio de Moraes ou um Olavo Setúbal. Direita deveria ser sinônimo de competência, não de desonestidade, grosseria e imbecilidade congênita. O debate político no Brasil é raso exatamente porque a esquerda não tem com quem conversar – só há lunáticos e palermas do outro lado. Está na hora dessas duas assumirem e darem início ao resgate da direita clássica. Quem sabe assim o nível da Câmara, do Senado e desse hospício chamado Brasil melhore um pouco. Franz Josef Hildinger - Praia Grande STF e poder Mais um tapa na cara da moralidade no Brasil. Luiz Fux e os parças liberam cargos públicos a parentes nas prefeituras e estados, algo que já tinha sido excluído pelo Congresso anos atrás. Isso mostra claramente o conflito de interesses. Muitos se aproveitam para se dar bem e ganhar ainda mais. Será que isso é Justiça ou falta dela? Sempre o STF atropelando matérias já resolvidas. Zureia Baruch Jr. - São Paulo