Evandro Duarte: "Mostrar o dedo do meio a pessoas que, com razão, o vaiaram no jogo de futebol da última semana mostra a baixeza e o desdém do ministro com a liturgia do cargo e com o povo em geral" (Adriano Machado) Moraes Diz a Lei Orgânica da Magistratura, em seu Artigo 35, inciso VII, que é dever do juiz manter conduta irrepreensível na vida pública e particular. Isso vale a todos do Poder Judiciário, inclusive Alexandre de Moraes. Mostrar o dedo do meio a pessoas que, com razão, o vaiaram no jogo de futebol da última semana mostra a baixeza e o desdém do ministro com a liturgia do cargo e com o povo em geral. E o Lula, de outro poder da República, quer defender o malcriado. Estão juntos e misturados. Evandro Duarte - Santos Gerações Respeitosamente, digo ao sr. Luiz Vinagre o que ensinarei aos meus netos sobre o triste momento de nosso amado País. Um dos pontos é que ser mau perdedor é muito pior do que perder. Houve uma eleição, sem prova alguma de ilegitimidade, que foi perdida. Bastava ao perdedor fazer sua oposição e tentar novamente no próximo pleito. Ensinarei também que valorosos homens da Justiça impediram nossa pátria de ser novamente golpeada. Falarei que no Brasil nunca houve comunismo e não há sinal de que um dia haverá. Não sou fã do atual governo, mas hoje considero um livramento não termos continuado com o anterior. William Clarindo Rangel - Santos Veículos elétricos Seguimos na torcida para que a indústria automotiva do Brasil possa se unir na montagem e fabricação dos modernos veículos elétricos, em substituição aos motores a combustão, que poluem. Que as autoridades isentem de impostos e deem incentivos fiscais às montadoras que investem nesse potencial, como a BYD, que gera milhares de novos empregos diretos e indiretos no Brasil com sua nova fábrica. Cláudio Magalhães - Santos Lembrança Fiquei muito feliz ao ver nota publicada na última semana, na seção A Tribuna nos anos 80, que destaca o dia em que fui nomeado administrador regional de Bertioga pelo então prefeito de Santos e meu mestre Osvaldo Justo, em 1984. A todos de A Tribuna, meu abraço e agradecimento. José Mauro Dedemo Orlandini - Bertioga Insegurança Sobre a insegurança e a violência que grassam no País, aos que culpam os petistas por essa situação e lamentam a frouxidão das nossas leis, cabe lembrar que o PT, nos mandatos de Lula e Dilma, nunca teve maioria no Congresso para mudar essa realidade. Pelo contrário, a hegemônica extrema direita instaurou e agravou o faroeste que vivenciamos ao aprovar a venda de armas a ignorantes que, muitas vezes, as repassam a facções criminosas. Os tagarelas insidiosos não possuem isenção para criticar a insegurança. Silvio de Barros Pinheiro - Santos Crônica A crônica de Flávio Viegas Amoreira, com o título “Coisas de cinema”, nos remete à época de ouro dos clássicos mundiais. Peço licença para também listar títulos que fizeram parte da história da geração cinéfila, como os musicais Cantando na Chuva, Sete Noivas para Sete Irmãos, O Grande Caruso, Amor Sublime Amor e Alta Sociedade (com Bing Crosby cantando True Love a Grace Kelly), as comédias italianas com Vittorio Gassman e seu incrível exército de Brancaleone, os diretores Vittorio de Sicca, Antonioni, Visconti, Risi e seus astros, Peppino de Filippo, Aldo Fabrizi e Totò. E não posso deixar de fora o festival de operetas no Cine Roxy: Balalaika e Danúbio Azul. Tempos inesquecíveis. Wilson de Almeida Filho - Santos Política Lula, o grande blefador, volta e meia detona o Donald Trump, mas quando o parca Nicolás Maduro fez a mesma coisa na Venezuela, taxando os produtos brasileiros em 77%, ele nada comentou. Será que o Maduro, por ser do mesmo pensamento, tudo pode? Marieta Barugo - S.Paulo