Jair Bolsonaro (Fábio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil) Política (1) Jair Bolsonaro foi um mau soldado do Exército, onde já experimentou a prisão por desrespeitar regras. Embora seja aclamado como capitão, ele é na verdade um político de carreira. Deixou o Exército em 1988 e lançou-se vereador, no Rio, prometendo defender os militares. Como deputado federal, foram 27 anos e somente dois projetos aprovados, custando aos cofres públicos R\$ 59 milhões. Como presidente, em memória aos que morreram e sofreram na pandemia, é sensato não descrever nada. Agora como golpista, preso, não para de encher nossa paciência. Uma hora é soluço, outra hora erisipela, outra hora cai da cama e bate a cabeça, fora outros pontos. Agora, quer ler livros. Tudo pela prisão domiciliar, sendo que dispõe de regalias de direito, mas imerecidas. Silmar Gomes - Itanhaém Clique aqui para seguir agora o canal de A Tribuna no WhatsApp! Política (2) Agora não tem mais jeito e o ex-presidiário vai gastar tudo e muito mais um pouco este ano para garantir mais tempo no poder em nossa combalida e tão roubada nação. Mas o que espera de um mandatário movido a sentimentos como a ganância? Enquanto isso, mais viagens, mais avião, mais emendas, nada de anistia e sigilo em tudo o que for possível. Que a direita se organize para 2026 de forma urgente pois não aguento mais ver no poder esse aliado de tudo que é ditadura (Venezuela, Cuba, Irã, Coreia do Norte, Nicarágua). Haja dinheiro para enganar o povo com tanta propaganda enganosa. Luiz Vinagre - Santos Trânsito Minha CNH vence no dia 23 e, ao iniciar o processo de renovação, fui surpreendida negativamente. Um serviço que antes era referência de agilidade no Poupatempo mudou para pior. Agora, a renovação é apenas on-line e o primeiro agendamento disponível para o exame médico é em 4 de março, data que ultrapassa o prazo de tolerância para dirigir com a CNH vencida, que vai até 23 de fevereiro. É frustrante tentar andar em dia com a lei e ser impedida pela própria ineficiência do sistema. Ficarei cerca de dez dias sem poder dirigir não por descuido, mas por falta de planejamento nessa transição de atendimento. Fica o questionamento: como um serviço que funcionava tão bem conseguiu retroceder a ponto de prejudicar quem faz sua parte no prazo correto? Marizângela Lima Soares - Santos Santos Para que o projeto Praia Pet não se torne apenas mais uma lei que não pegou, é urgente que a Prefeitura de Santos abandone a passividade e intensifique a fiscalização, especialmente aos finais de semana e feriados. Embora a conscientização dos tutores seja o pilar de qualquer sociedade civilizada, a realidade santista mostra que, sem o monitoramento rigoroso e a aplicação efetiva de multas, o espaço de lazer se torna um cenário de tensão e desrespeito. Hoje, o que se vê é um desfile livre de animais por toda a extensão da orla, ignorando os limites geográficos estabelecidos. Sob o olhar omisso da fiscalização, muitos tutores agem como se toda a praia fosse área liberada. Em dias de calor, o abuso chega ao ápice com cães se refrescando no mar em meio aos banhistas. O que deveria ser uma conquista para o bem-estar animal se tornou, por falta de autoridade, um símbolo de impunidade que compromete a higiene e a harmonia de quem frequenta a areia. Gilberto Pereira Tiriba - Santos Água Problemas no abastecimento de água não são novidade, seja no Litoral paulista ou em qualquer outro estado, durante a temporada de verão. Mas, por aqui, nunca vimos tamanha gravidade como recentemente. Não é coincidência que essa piora na prestação do serviço ocorra depois da privatização da Sabesp. Água é direito, não mercadoria. Seu fornecimento é incompatível com a lógica do lucro, que norteia a atuação de uma empresa privada. Urge corrigirmos esse rumo. Wagner de Alcântara Aragão - Santos